Turismo na Alemanha

Na Alemanha você percebe muito bem o que significa um país rico. Nos Pub’s Alemães irá encontrar muita diversão com as músicas típicas tomando muita cerveja. Uma opção para viajar pela Alemanha é o Ticket German Railpass que você pode viajar de 2ª classe, que não há diferença neste país, 5 dias em 1 mês por 170 dólares se você tiver menos de 26 anos irá pagar 130 dólares, 10 dias custa 268 dólares se tiver menos que 26 anos irá pagar 178 dólares.
O transporte de ônibus até as estações de trem muitas vezes são gratuitos para quem estiver com o Eurailpass. O país possui 620 Albergues sendo o que possui maior quantidade no mundo, por isso há ótimas opções de acomodações.
O Ticket Tramper-Monats serve para 1 mês, limitado na 2ª classe exceto no sistema ICE, é necessário ter menos de 23 anos ou estudante até 27 anos de idade, o passe custa 230 dólares. O Banhcard é para estudante até 27 anos e é válido por 1 ano proporcionando 50% de desconto nas passagem por 73 dólares. Há 250 estações de trem e aproximadamente uma locadora de bicicleta em cada uma, que cobram em torno 6 dólares por dia. Há 2600 camping no País. Os hotéis são caros por isso é bom aplicar alguns Day-train em cidades próximas. A maioria dos museus são gratuitos aos Domingos principalmente em Berlin. Nos restaurantes uma ótima opção é pedir o Tageskarte (cardápio do dia) que são fartos e com um preço bem acessível. Experimente as deliciosas Wursts (lingüiça) acompanhando de uma autêntica cerveja Alemã.

Antes da Segunda Guerra Mundial, o povo alemão estava unido num único Estado: a Alemanha. Ao término do conflito, o país, derrotado, foi ocupado pelos vencedores e divido em dois Estados: a República Federal da Alemanha – alinhada com o Ocidente -, a oeste, e a República Democrática Alemã – alinhada com os países socialistas, a leste. Após mais de 40 anos, em 1990, as duas Alemanhas foram reunificadas, formando uma nova entidade política e social.

Um país com duas faces

Nos anos que se seguiram ao fim da guerra, os Estados Unidos destinaram bilhões de dólares para que, em pouco tempo, a economia da Alemanha Ocidental fosse reerguida. A intenção dos EUA era colocar o país em condições de se opor à expansão econômica soviética na Europa. Para a rápida recuperação da indústria alemã contribuiu também uma política de “trabalho rígido”, que permitia a produção de capitais para investimentos.
Outra imporianie ajuda à Alemanha Federal veio da disponibilidade de milhões de indivíduos, que muitas vezes trabalhavam em turnos penosos e com baixos salários: eram refugiados procedentes do setor soviético e imigrantes vindos da Itália, Espanha, Iugoslávia, Grécia e Turquia. Assim, em 1957, quando a República Federal entrou para a Comunidade Econômica Européia (CEE), já havia alcançado um lugar de destaque no continente; nos anos 70 e 80 o país se tornou, juntamente com os EUA e o Japão, um dos líderes da economia mundial.
Também na República Democrática foi feito um notável esforço para reconstrução social e econômica do país. Enquanto, porém, a República Federal recebia significativas ajudas econômicas dos Estados Unidos, A República Democrática era obrigada a pagar enormes indenizações de guerra aos soviéticos. Além disso, naqueles primeiros anos após a guerra, a RDA teve de acolher milhões de lavradores e operários oriundos dos territórios alemães que haviam passado para a Polônia. E mais: perdeu milhares de técnicos, especialistas e intelectuais que fugiram para a Alemanha Ocidental. Sobre os escombros deixados pela guerra surgiram setores industriais antes inexistentes, como o químico e o siderúrgico. Em trinta anos a RDA se tornou o país mais desenvolvido do Leste europeu. Todavia, sempre existiram profundas diferenças entre as duas economias, motivo pelo qual o processo de integração foi lento e difícil.

Relevo e Geologia

Do ponto de vista do relevo, o território alemão faz parte de um conjunto mais amplo que se estende por toda a área centro-européia. De fato, não existem fronteiras naturais bem diferenciadas com os países vizinhos, a não ser na parte meridional. São três as regiões naturais em que se divide o território: a planície setentrional, a região dos maciços centrais e a área alpina.
Planície setentrional. A região norte, parte da planície setentrional européia, compreende os Länder de Schleswig-Holstein, Mecklenburgo e Baixa Saxônia; os pequenos estados de Bremen e Hamburgo; a parte norte-ocidental da Renânia do Norte-Vestfália; e a parte setentrional da Saxônia-Anhalt e Brandenburgo. Essa planície se formou em decorrência da erosão e da sedimentação derivadas das glaciações quaternárias. De grande importância agrícola e mineira (especialmente por seu gás natural), essa região caracteriza-se por acidentes que rompem a monotonia da planície.

Clima

Como toda a região centro-européia, a Alemanha tem clima de transição entre o atlântico (temperaturas suaves, chuvas abundantes e regulares) e o continental (temperaturas baixas no inverno e menos umidade), este último próprio da Europa oriental. O caráter temperado do clima se observa numa amplitude térmica relativamente limitada: a temperatura média oscila entre 20o C em julho e 0o C em janeiro. Contudo, a continentalidade se manifesta na queda gradual das temperaturas médias em direção ao leste e também no sul, no planalto bávaro, onde os invernos são rigorosos.
As precipitações procedem das massas de ar atlântico que penetram pelo oeste e pelo noroeste. Embora o nível de chuvas seja regular ao longo do ano, a influência do anticiclone continental (zona de alta pressão atmosférica) durante o inverno determina uma menor quantidade de precipitações nessa estação. Apesar da relativa homogeneidade climática do território, é possível distinguir certa variação de oeste para leste e de norte para sul, com precipitações maiores nos litorais setentrionais e nas regiões ocidentais; e condições climáticas temperadas no centro, bem como progressivo esfriamento no sul e no sudeste, em conseqüência da altitude e da continentalidade.

Berlim

Quem visita a capital alemã pode ouvir dos moradores experiências de um dos mais fortes períodos dos últimos tempos. Desde a queda do muro, em 89, a cidade tirou os freios e cresce a cada dia
“Sim, o muro caiu.” Ao relembrar a confirmação de uma notícia por tempos sonhada pela população e de assimilação nada instantânea, o berlinense Thomas Mueller revela em seu olhar a emoção que dominou mais de 2 milhões de indivíduos que, assim como ele, viveram durante 28 anos aprisionados pelas grades da guerra fria, na então Berlim Oriental. Naquele 9 de novembro de 1989, o atual porteiro de um dos restaurantes mais requintados do centro histórico de Berlim era ainda funcionário do exército da extinta República Democrática Alemã (Alemanha Oriental).
Mueller era mestre da cozinha dos oficiais que controlavam a segurança do lado comunista da cidade. “Um soldado entrou no salão gritando, anunciando que o muro estava aberto. Não acreditei e no ato liguei para minha mulher, que confirmou a informação. Ela acompanhava extasiada pela televisão as multidões que buscavam um espaço para atravessar para o leste,” conta Mueller, que aos 63 anos, como outros tantos berlinenses, coleciona experiências pessoais que ajudam a compor uma das histórias mais impressionantes deste século.
Mas, apesar de ainda incrustado na memória de seus habitantes e em cada monumento, o passado torna-se cada dia mais distante. Berlim é hoje uma cidade que se transforma, num ritmo frenético, em um dos principais centros econômicos, políticos, culturais e de entretenimento da Europa. É também, desde o fim da 2ª Guerra Mundial, um termômetro da situação mundial. Um espelho do embate entre socialistas e capitalistas que marcou o século 20.
No entanto, quando os cidadãos do lado oeste, com suas machadinhas, transformavam em cacos o muro – prova física da rivalidade entre as potências ocidentais e a ex-União Soviética -, legitimavam também ali a derrota do socialismo real. Naquele momento, abriam um rombo para a invasão do capitalismo. A década que se seguiu coroou a liberdade de consumo, com seus inerentes deslizes e encantos. Em pouco tempo essa libertação apagou as diferenças estabelecidas num divórcio que durou cerca de 50 anos.

Uma cidade em obras – Investimentos de US$ 200 bilhões – o correspondente a quatro vezes o que o Plano Marshall injetou na Alemanha no fim da guerra – estão sendo aplicados. É esse dinheiro que reata as amarras de Berlim leste e oeste, quase sem deixar cicatrizes estéticas. Destruir, construir e principalmente reconstruir resumem a rotina que consome a capital alemã nos últimos dez anos.
Na Postadamer Platz, por exemplo, foi erguido em quatro anos o complexo tecnológico mais moderno de Berlim. A região era um grande pátio na divisa da cidade, símbolo da repressão do exército da Alemanha Oriental. Em julho, o Sony Center, uma belíssima construção que abusa de recursos modernos, foi inaugurado, alterando o perfil deste local, palco no passado de imagens chocantes. Foi lá que Hitler se suicidou.
Seus moradores passaram a ter de conviver com as mudanças decorrentes da abertura. Para aqueles que viviam na ilha ocidental, cercada por 155 quilômetros de muro, as alterações não foram tão chocantes, pois ali o direito de ir-e-vir, apesar do enclausuramento, era respeitado. Pontes aéreas e linhas de trem ligavam o trecho ocidental às outras nações capitalistas.
Já para pessoas como Meuller, a queda do muro é vista como um renascimento.
“Não digo que a vida tenha melhorado, mas tivemos de nos readaptar ao mundo”, confessa o berlinense. “Estamos ainda nos recuperando das destruições provocadas pelos bombardeios de 1945. Vivemos ainda o pós-guerra”, explica o guia turístico Martin Seel, apontando para as centenas de guindastes que caracterizam o perfil da atual Berlim.
Cerca de 80% das construções existentes foram danificadas ou destruídas durante a 2ª Guerra Mundial. Grandes e importantes monumentos, como os prédios da Avenida Unter den Linden, que fica na parte oriental, mantiveram-se durante o período de domínio russo exatamente como os ataques aéreos dos aliados os deixaram: em ruínas. Apenas nesta década a restauração foi retomada e hoje está praticamente concluída. Ainda assim sobreviveram prédios de mais de 750 anos, margeados por parques e canais que fazem a cidade competir com Veneza em número de pontes: mais de 1.700.
Um giro pelos museus e lojas berlinenses
Mais de 170 instituições revelam a arte mundial e a história de Berlim. A Postadamer Platz é o endereço dos megacomplexos de compras e a Rua dos Franceses traz versão moderna das Galeries Lafayette
Berlim tem mais museus que dias de chuva. São 170 instituições que guardam preciosidades da arte e da história da cidade e do mundo. Na Ilha Spree, quatro museus ocupam construções que revelam a época dos objetos à mostra. Com colunas jônicas ou fachadas rococós, eles apresentam obras da Antiguidade até o barroco.
Uma das jóias do Pergamon-Museum, voltado para a arte clássica, é o altar: um monumento grego esculpido no ano 2 a.C. Já o SammlungBerggruen, no Scholossstrasse, apresenta uma das mais completas exposições de Picasso. Na Estação Hamburger, o Museu da Contracultura guarda obras alternativas. Na Gemaeldegalerie, mais de mil pinturas de diversos artistas – de Raffael e Botticelli a Rembrandt.
Os museus históricos também são fabulosos. O passado de Berlim pode ser revivido no Checkpoint Charlie. Uma casa pequena concentra a história do muro que separava o Ocidente do Oriente. E narra desde a construção, em 13 de agosto de 1961, até a sua queda, em 1989.
Antiga prisão – Outro museu impressionante é o Topographie des Terrors. Montado em uma antiga prisão dos nazistas, ele remonta, com depoimentos de sobreviventes e imagens, às condições que os prisioneiros, principalmente judeus, eram submetidos.
Depois de uma dose de cultura, nada melhor que ir às compras. A Rua dos Franceses é um exemplo vivo da transformação urbana que vem ocorrendo na cidade. Há dez anos só ruínas compunham seu cenário. Hoje, é uma das principais ruas de compras de Berlim. Foi inaugurada ali uma filial da loja de departamentos francesa Galeries Lafayette.
Diferentemente da matriz em Paris, a loja foi projetada com recursos modernos. Admirar é o suficiente. O átrio em seu interior é como um quebra-cabeça. Os espaços vazios formam um imenso balão de vidro e metais.
Complexos de compras – Outro exemplo da rápida ascensão dos complexos de compras está em Postadamer Platz. Em cinco anos foi construído na região o Daimler-City, um shopping com mais de 100 lojas, teatro e uma rede de cinemas, o Sony Center. Ali também se encontra o recém-inaugurado Museu do Cinema.
A maior loja de departamentos da Europa também fica em Berlim: KaDeWe Kaufhaus des Westens. Ela é bem antiga e fica no setor ocidental da cidade.
Sua grande atração está no sexto andar, destinado aos produtos alimentícios.
Para quem coleciona antiguidades, vale ir ao mercado de pulgas na Friederichstrasse – nos fins de semana. Produtos do gênero também podem ser encontrados em lojas próximas da Winterfeldplazt.

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