Seja Você Mesmo. Sempre!

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Esqueça de vez o que os outros pensam ou dizem a seu respeito. Seja você mesmo. Sempre! 

Quem te ama te respeita e não te condena por sua maneira de ser e de agir. Quem te julga, certamente não gosta de você. Portanto, pare de pensar sobre o que vão dizer a respeito sua conduta pessoal.

Não há a menor necessidade de se justificar para quem te ama de verdade. Muito menos para aqueles que já te julgarão de qualquer forma, pelo simples fato de você ser diferente e único.

Viver dando explicações a respeito daquilo que você faz ou deixa de fazer é algo absolutamente desnecessário. Aproveite a energia que você gastaria com justificativas e desculpas, de forma realmente efetiva. Gaste-a distribuindo alegria, prazer, amor e boa vontade para quem realmente gosta de você, sem reservas, restrições ou condenações.

As pessoas que se importam com você, de verdade, respeitam o seu jeito de ser e de agir. Então, faça a sua energia vibrar para eles e, ao mesmo tempo, proteja a sua privacidade, sua personalidade e sua essência daqueles que julgam as suas diferenças e particularidades, ao invés de respeitá-las.

Mesmo que a pressão social insista em querer fazê-lo ter que dar explicações para tudo o que faz, sede firme no sentido de fazer valer sua liberdade de ser, fazer e ter o que melhor lhe aprouver.  Mas faça isso de forma sutil, desviando o foco, mudando o assunto. Não é preciso se exaltar para fazer valer a sua maneira de ser. O segredo é não dar energia para os bisbilhoteiros de plantão.

Procure sempre agir de forma diplomática, colocando limites com cortesia, mas, de forma determinada, sucinta e direta. Quando, por exemplo, alguém insiste em alguma explicação para a sua maneira de ser, bloqueie-o com frases curtas, tipo: “sou assim”; “é minha decisão”; “é meu jeito”; “porque eu gosto”. 

Ao deixar de dar explicações para as pessoas, elas logo se tocarão e deixarão de se intrometer. No entanto, se o cara, além de chato, não tem o menor ‘desconfiômetro’, você poderá até ser um pouco mais assertivo, tipo: “não quero dar explicações sobre isso porque é algo que só diz respeito a mim mesmo”. PONTO!

Uma coisa é certa: na grande maioria das vezes, alimentamos a energia dos fofoqueiros de plantão por conta da nossa própria conduta em justificar as coisas. Nenhuma pessoa, por mais insensata que seja, será capaz de alimentar uma conversa longa a respeito daquilo que não lhe dermos guarida.

Pense bem e analise sobre o quanto você poderá estar sendo vulnerável no sentido de abrir a guarda aos inquisidores da sua conduta. Isso pode ser ponderado simplesmente ao refletir sobre o número de vezes que você se justifica, mesmo que de forma inconsciente, em conversas informais.

Justificar-se por ser o que você é, é algo inútil. SEMPRE! Isso porque, independente da sua justificativa, as pessoas pensarão e entenderão do jeito delas.

Na grande maioria das vezes, ao abrir demanda para uma justificativa de sua parte, o inquiridor está agindo de má fé, com o objetivo mesquinho de humilhá-lo, de forma sutil. Então, esqueça a ideia de dar explicações para as pessoas. E aprenda a ignorar as críticas vazias que não te farão uma pessoa pior ou melhor.

 A partir de hoje, não se importe mais com o que pensam, sentem ou dizem a seu respeito. Isso é um problema deles. Aliás, de acordo com a Lei Universal de Ação e Reação, essa conduta será um problema pra eles. UM PROBLEMÃO, POR SINAL!

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Author: Francisco Ferreira, O Aprendiz

Francisco Ferreira, o Aprendiz, é terapeuta formado pelo Instituto Nefesh, Pós Graduado em Filosofia e Sociologia, com formação em PNL, Coaching, TFT, Cinesiologia Aplicada, EFT, Barômetro Emocional, dentre outros. Tem doze livros publicados, escreveu mais de quinhentos artigos de autoaperfeiçoamento e criou quinze métodos de desenvolvimento pessoal.

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