Responsabilidade Sem Culpa

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Responsabilidade
Responsabilidade

A sua vida é um retrato fiel dos pensamentos, crenças e emoções que você carrega na consciência, desde a infância. Portanto, assumir a sua responsabilidade na recondução do processo criativo é o primeiro passo rumo a uma transformação pessoal efetiva. Obviamente, isso não deve ser confundido com a sensação de culpa. Jamais! Nem você, nem ninguém, deve ser culpabilizado por conta de uma formação cultural equivocada que remonta a muitas gerações.

Assumir a sua responsabilidade pelo bem e pelo mal que se reverbera em sua experiência de vida é algo bem mais sublime do que aceitar a mea-culpa e se perder ainda mais no processo de retorno ao “Centro Criador”.

É preciso entender que os erros e acertos que protagonizamos ao longo da vida, originam-se do acúmulo de experiências, nossas ou de terceiros. Em outras palavras, só acertamos mediante o bom desempenho no processo de aprendizagem configurado pelo convívio social. Esse sistema faculta duas formas de ensinamento: pelos próprios erros ou através da observância das falhas dos outros.

LEMBRETE: Sempre que possível, prefira aprender pela observação. É bem melhor do que pelo erro. Dói menos.

Não existe aprendizado sem manchas, diz um chavão popular. Portanto, longe de se sentir culpado pelo que lhe aflige, o senso de responsabilidade deve ser a sua base de apoio, apta a recolocá-lo na condição de condutor do seu destino.

Assumir a responsabilidade no processo criativo é algo que exige, muitas vezes, uma alteração profunda no padrão de crenças. Isso porque é muito mais cômodo transferir a culpa para os outros. É fácil culpar o sistema de governo, os pais, professores e amigos. “É fácil, mas não é o certo.” Isso não nos leva a lugar algum, que não seja o limbo das experiências negativas e frustrantes.

Esqueça a famigerada ideia de tentar encontrar justificativas externas para os seus problemas. Isso só fará com que você desperdice energia e permaneça onde está. Volte-se para dentro de si mesmo e procure assumir a sua responsabilidade, por seus erros e acertos. Se for sincero o bastante consigo mesmo, verá que, embora muitos dos males que te afligem tenham vindo de fora, só permaneceram lá dentro por conta da nutrição emocional provida por você, ao longo do tempo.

Estamos imersos em um mundo de dualidades. Os pares de opostos são inerentes a todas as coisas. Observe: calor e frio, dor e prazer, alegria e tristeza, luz e escuridão etc. Assim, há de se concluir que o bem e o mal subsistem como dois extremos de uma mesma realidade. Agora, a bomba: ambos são utilizados pelo Universal como instrumentos de aprendizagem. Isso mesmo! As experiências e acontecimentos negativos e positivos são nossos maiores mestres.

Muitas vezes, algo ruim nos ensina muito mais do que aquilo que há de melhor no mundo. Portanto, o segredo não está em eliminar o mal, mas em sublimar a consciência para que não o retenha.

Eflúvios benéficos e malévolos vão e vem. O sujeito tolo, condicionado a dar ênfase ao lado negativo de tudo, agarra o mal e o traz para dentro de si mesmo, de livre e espontânea vontade. O homem sábio, por outro lado, busca a todo custo, reter o bem, enquanto permite que o mal passe e siga seu curso, retendo consigo apenas a lição proporcionada por esse “mestre indesejável”.

Não dá pra tapar o sol com a peneira. Ignorar o mal é outra forma de alienação que não te deixará crescer, superar e vencer. Assuma uma responsabilidade coerente e inteligente, livre de culpa, por tudo o que adentra em sua essência agora. Dê esse passo à frente da massa e você verá que é possível e viável optar pelo melhor da vida, em cada circunstância, experiência ou evento.

Tudo aquilo a que você dá atenção, cria foco, concentra energia e tende a se manifestar na tela do espaço. Portanto, faça uma seleção responsável acerca do que pode ou não permanecer em sua consciência.

A vida é um jogo onde a defesa é sempre a pior estratégia. É preciso partir para o ataque, munido das ferramentas certas, a saber: amor, coragem, vontade, verdade e fé. No entanto, é primordial que tudo isso esteja ancorado em um senso de responsabilidade, por tudo aquilo que você é, faz e experimenta.

A autêntica libertação interior exige uma responsabilidade coerente, pelo que temos e pelo que somos. Mas, a grande maioria das pessoas se sente mais confortável transferindo a culpa para fatores externos. Por isso, tanta gente prefere permanecer enclausurado no círculo da vitimização.

Faça diferente, Aprendiz! Busque obter uma boa aprendizagem com as circunstâncias negativas. Ao mesmo tempo, utilize tudo o que te acontecer de positivo para fortalecer a autoestima, a autoconfiança e o entusiasmo. Agindo assim, você irá longe!

Lembre-se sempre disso: a sua transformação pessoal nascerá a partir da mudança no padrão do pensamento e crescerá na perpetuação de sentimentos nobres e elevados. Entretanto, isso só se tornará algo realmente grandioso quando houver uma disposição inabalável de sua parte para assumir a responsabilidade por tudo o que te acontece. ABSOLUTAMENTE TUDO!

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Author: Francisco Ferreira, O Aprendiz

Francisco Ferreira, o Aprendiz, é terapeuta formado pelo Instituto Nefesh, Pós Graduado em Filosofia e Sociologia, com formação em PNL, Coaching, TFT, Cinesiologia Aplicada, EFT, Barômetro Emocional, dentre outros. Tem doze livros publicados, escreveu mais de quinhentos artigos de autoaperfeiçoamento e criou quinze métodos de desenvolvimento pessoal.