O Real Valor do Dinheiro

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Muita gente superestima o valor do dinheiro acreditando que só é feliz quem é rico. Existe até uma série de sátiras com relação a essa filosofia popular, tipo: “Dinheiro não traz felicidade, manda buscar”. “O dinheiro compra tudo”.

Notadamente essa filosofia nasce das entranhas de nossa sociedade materialista e extremamente egoísta. Mas, no fundo, todos sabem que não é bem assim. Afinal de contas, as maiores riquezas da vida são compostas por qualidades que o dinheiro não compra, tais como: amor, serenidade, paz interior, entusiasmo, contentamento, equilíbrio, saúde e sabedoria.

O dinheiro pode até comprar momentos alegres, mas não o contentamento. Até compra uma cura, nunca a saúde global do ser. As coisas mais sublimes da vida não estão à venda.

O escritor Machado de Assis estava certo quando disse que o dinheiro não traz felicidade para quem não sabe o que fazer com ele. Havendo um propósito definido e bem elaborado para seu uso, ele pode ser um coadjuvante no processo de ampliação da felicidade, mas nunca o fator gerador.

As pessoas geralmente confundem a alegria fugaz que o dinheiro pode comprar com felicidade. Mas quando a euforia passa, sobra um sentimento de vazio que só será preenchido quando a alma estiver em paz, contente, serena e, por conseguinte, feliz.

Eu diria que dinheiro não traz felicidade, mas ao mesmo tempo, reconheço que sua falta provoca angústia, sofrimento e tristeza. Indo além, poderia sintetizar o real valor do papel moeda da seguinte forma: “As pessoas felizes serão mais felizes quando tiverem mais riqueza enquanto que as infelizes terão sua infelicidade multiplicada de acordo com o aumento da conta bancária”.

Ser feliz é acima de tudo um estado de espírito e tem mais a ver com a sensação de bem-estar e harmonia que com a alegria fugaz.

O dinheiro é uma energia dinâmica, de natureza impessoal. Não é bom, nem mau. Depende sempre do bem ou do mal que existe na intenção de quem o manipula. É como uma faca afiada que pode ser utilizada para repartir o pão entre os irmãos ou para matar um semelhante.

O valor real do dinheiro está na consciência de quem o possui. O bom caráter faz um uso apropriado dele e pode ampliar a felicidade, tanto de si mesmo quanto dos outros. O homem de má índole pode usá-lo para manipular, segregar e subjugar as outras pessoas.

Você pode e deve desejar ter mais dinheiro para usar de forma livre e jovial, sem reservas ou crise de consciência. Saiba que não é porque alguns têm muito que outros são pobres. Essa forma de pensar, além de equivocada, afasta o dinheiro para bem longe do seu alcance. Certamente, a avareza e a ganância inescrupulosa são atitudes insensatas. Mas não é isso o que faz com que ricos fiquem cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres.

Na essência de cada um está inserido o seu real valor pessoal. Cada um vale tanto quanto sua própria medida. Basta ampliar a essência e o crescimento pessoal será inevitável.

Estamos imersos em uma sociedade egoísta. O pior é que o conceito geral de riqueza está ligado a fatores negativos. Por isso, não há outra saída para engordar a nossa conta bancária que não passe pela mudança de paradigma.

É necessário cultivar a consciência de que a riqueza é uma forma de energia que pode ser manipulada e melhorada. Mais que isso, precisamos aceitar a abundância como um dos atributos essenciais da Criação. Para que isso ocorra, basta vislumbrar a exuberância e a extravagância da natureza. Indo além, contemple a incomensurável riqueza e prodigalidade do universo e você perceberá que Deus é o primeiro rico.

A sua percepção da infinita riqueza divina o colocará num patamar vibracional muito positivo. A aceitação da abundância como algo normal, justo e merecido perante a Divindade fará com que sua essência vibre em consonância com a energia da opulência. E, o Universo que é altamente receptivo aos anseios de sua alma dirá: “Seu desejo é uma ordem”.

Lutei por vários anos a fio para eliminar o paradigma de limitação em que fui inserido desde a concepção. Apesar de todo esforço o dinheiro fugia de mim de maneira sistemática e persistente. Só obtive minha liberdade financeira a partir de 2009, quando consegui assimilar o conceito de que Deus é o primeiro rico.

Ainda estou em fase de aprendizagem nesse sentido, mas muita coisa já mudou na área financeira. O mais surpreendente nisso tudo é o fato de que minha maior fonte de recursos é a Internet, um meio tão competitivo e de difícil ascensão.

Eu admito que ainda tenho restrições profundas ao fluxo do dinheiro em minha vida. Algo ainda obscuro gravado em algumas janelas secretas do meu inconsciente. Mas asseguro que a minha busca por autoconhecimento trouxe dividendos fabulosos que vão muito além da riqueza meramente profana.

Ao longo dos últimos anos conquistei, além de uma boa folga financeira, outras riquezas de natureza transcendental que não trocaria por todo dinheiro desse mundo, a saber: autoconhecimento, fé, paz interior, autodomínio e serenidade.

O sentimento de escassez gera pobreza, carência e limitação. A sensação de abundância atrai riquezas mentais, espirituais e, por conseguinte, materiais. Existem diversas maneiras de prosperar. Mas, se assim como eu, você tem origem Cristã, a melhor forma de inebriar sua essência com a ideia de riqueza consiste na sincera aceitação de que Deus é o primeiro rico.

Quando questionado acerca do real valor da riqueza, o precursor do Cristianismo delineou sabiamente os preceitos essenciais da verdadeira abundância. Isso está descrito de maneira magnífica no capítulo 6, do Evangelho de Mateus. Ao final de uma explanação sábia e sensata, o Sublime Mestre Jesus sintetiza o caminho para a boa prosperidade em uma frase: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua Justiça e todas as coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6. 33.

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Author: Francisco Ferreira, O Aprendiz

Francisco Ferreira, o Aprendiz, é terapeuta formado pelo Instituto Nefesh, Pós Graduado em Filosofia e Sociologia, com formação em PNL, Coaching, TFT, Cinesiologia Aplicada, EFT, Barômetro Emocional, dentre outros. Tem doze livros publicados, escreveu mais de quinhentos artigos de autoaperfeiçoamento e criou quinze métodos de desenvolvimento pessoal.

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