Guerra de Troia

O filme “Troia”, baseado na obra Ilíada do poeta grego, Homero, exibe poucas cenas de caráter histórico se nós considerarmos o conteúdo em que se lê nos livros didáticos.
Logo no início, a película nos mostra um mapa onde se vê, do lado esquerdo do mar Egeu, a cidade de Esparta embelezando a península do Peloponeso, na antiga Grécia no Sudeste do Continente Europeu.
Historicamente, podemos detectar dois famosos provérbios muito usados no século XX: “Presente de Grego” e “Calcanhar de Aquiles”, ditados estes que, embora, não careçam ser explicados, pois se subentende ser do conhecimento de todos, vamos explaná-los abaixo.
Num dos intervalos das batalhas da guerra entre Troia, (antiga cidade da Ásia Menor) e Esparta, um dos comandantes das tropas gregas, ao observar um soldado esculpindo um cavalinho teve a ideia de mandar construir um enorme cavalo de madeira e enviá-lo de presente a Helena que fora raptada, consensualmente, por Páris, príncipe de Tróia, cuja rainha era esposa de Menelau, rei de Esparta.
Embarcou-se uma forte e bem selecionada fração de tropa espartana no interior do extraordinário artefato equino, e uma vez dentro das fortificações troianas não tiveram muita dificuldade em abrir os portões para o grosso das tropas resultando, com essa estratégia bélica, a invasão completa do palácio de Troia.
Nessa batalha final, um determinado guerreiro troiano acertou, acidentalmente, um flechaço no calcanhar do comandante Aquiles, vindo este a esmorecer-se, e por falta de reação foi atingido no peito por outras flechadas sucumbindo-se lentamente. Deste fato originou-se o adágio “Calcanhar de Aquiles”, que significa o ponto fraco de alguém.
O filme nos mostra também que o rei de Troia, embora nos parecesse um indivíduo equilibrado, não atendeu, em duas ocasiões, pedidos dos filhos o que lhe custou muito caro. Ainda que fosse um monarca justo, faltou-lhe humildade, inteligência e, sobretudo, bom-senso: primeiro quando Heitor, o filho mais velho, disse-lhe que não seria prudente enfrentar os espartanos fora das muralhas. O pai não o atendeu, atacou o inimigo em campo aberto e teve muitas baixas.
Depois, Páris, o outro filho do rei de Troia, pediu-lhe para mandar atear fogo no “cavalão” de madeira antes de ser introduzido nas dependências do palácio, também não foi atendido e deu no que deu.
O rei de Troia por não ter conhecimento bélico não acatou os pedidos dos próprios filhos no tocante à defesa de seu reino, e isso resultou no final da guerra a favor dos espartanos, ou seja, dos idealizadores do “Presente de Grego”.

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