Efeito Bumerangue

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O bumerangue é um artefato que, quando arremessado por alguém treinado, pode voltar às mãos do jogador.
O efeito bumerangue é algo curioso no trato com a Lei da Vibração Universal e se torna válido tanto para o bem quanto para o mal. Tudo o que consciente ou inconscientemente emitimos, cedo ou tarde retorna a nós como resultado de uma Justiça Suprema irrevogável, precisa e fiel. E o que é melhor – ou pior – dependendo da situação, é que o que recebemos de volta traz em si sempre algo que seja proporcionalmente maior do que aquilo que projetamos no momento da criação inicial. É a Lei do Crescimento ou o Princípio Cósmico da Expansão em ação. Sempre!
Se observarmos com olhar atento, veremos que o efeito bumerangue está sempre em franca atividade na vida das pessoas. Os exemplos que nos rodeiam são infinitos.
Todo Aprendiz que esteja bem adiantado no caminho do autoconhecimento conhece o imenso potencial destrutivo dos sentimentos negativos direcionamos a outras pessoas. O curioso é que, ao contrario do que geralmente se acredita, o alvo maior nesse processo de destruição é sempre o próprio indivíduo gerador. Assim, quando temos raiva, inveja ou qualquer outra emoção envolvendo terceiros, na verdade causamos o efeito desejado em nossa própria vida.
No momento em que somos tomados pelo desejo de ferir, magoar ou prejudicar outras pessoas, nossa essência fica sobrecarregada com as piores vibrações possíveis e assim, nos tornamos os causadores da nossa própria destruição. É o efeito bumerangue fazendo parte de nossa vida.
Diante da prerrogativa de que tudo o que fazemos se volta para nós ou contra nós, cabe-nos a opção de agir com sabedoria em cada momento, escolhendo as emoções que sentimos e regulando o fluxo e o teor das vibrações que emitimos.
É muito comum nos depararmos com situações onde as emoções negativas são inevitáveis. Pode ser que seu parceiro ou parceira lhe tenha causado uma grande decepção ou aquele colega de trabalho que sorrateiramente arma situações para lhe prejudicar. O fato é que o mal está por aí, sempre à espreita. No entanto, o revide e a vingança não se traduzem na solução mais sábia e plausível, tendo em vista que isso te colocaria no mesmo nível do seu opressor. Portanto, Independente do que te fizerem, aja sempre na perspectiva das Leis Universais, confiando cegamente que cada ato se paga a si mesmo.
Os antigos hebreus diziam que a vingança cabe a Deus. Isso talvez seja uma maneira drástica e extrema de demonstrar que nada escapa à Lei. A evolução no processo do autoconhecimento nos mostra que a resposta cósmica não se trata de punição, mas de justa recompensa. Não há como plantar carrapicho e esperar que se produza trigo. Seria injusto se pudéssemos semear a discórdia e receber amor e paz interior em resposta. Por isso, mais uma vez, parafraseando a antiga filosofia hebraica posso afirmar com convicção o seguinte: “A Lei de Deus é perfeita”.
Diante de tais prerrogativas, cabe-nos a tarefa de nos empenharmos na perspectiva de eliminar dos recônditos do nosso subconsciente todas as “sementes do mal”. Livre-se o quanto antes do maldito sentimento da inveja. Elimine a todo custo o infame desejo de vingança. Esqueça de vez a famigerada filosofia do olho por olho, dente por dente.
Perdoe e esqueça o que for possível e confie à Justiça Universal tudo o que não estiver ao seu alcance. Isso, mais do que uma conduta viável, é questão de sobrevivência, dadas as circunstâncias que podem acarretar em sua vida.
Comece a agir a partir de hoje sob a perspectiva dos Princípios Universais. Busque dentro de você algo que possa sempre trazer alegria, gratidão, contentamento, boa vontade e fé. Isso fará com que todo mal direcionado a você encontre uma blindagem invisível e passe ao largo, caminhado cegamente Universo afora até que esteja de volta ao seu infeliz proprietário.
O Universo em sua extrema sabedoria, onipresença e onipotência dá a cada um o seu quinhão. Portanto, o malfeitor não precisa da sua ajuda para pagar pelo que fez, tendo em vista a perspectiva de que a Lei do Retorno é invariável e irrevogável.
Fazer justiça com as próprias mãos é algo que deve ser descartado a todo custo. Isso porque faz com que opressor e oprimido fiquem no mesmo patamar vibratório, onde ambos sairão prejudicados. Além do mais, todo e qualquer julgamento que fazemos acerca de uma determinada situação é sempre falho e incompleto, já que não temos uma visão global das coisas como verdadeiramente são. Portanto, ninguém está apto a julgar, condenar ou fazer justiça.
O Aprendiz segue seu caminho sem ter medo porque acredita na irreversibilidade da Justiça Divina e no triunfo do bem. Isso porque tornou-se capaz de romper a barreira das aparências e enxergar o que está além do campo ordinário da vida. Buscou a Verdade e a mesma se tornou desvelada em todo seu esplendor.
Quem estiver no patamar mediano, provavelmente não compreenderá o que acabei de dizer. No entanto, se você deseja ser um Aprendiz, digno do caminho do autoconhecimento precisa ponderar, refletir e assimilar tudo isso.

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Author: Francisco Ferreira, O Aprendiz

Francisco Ferreira, o Aprendiz, é terapeuta formado pelo Instituto Nefesh, Pós Graduado em Filosofia e Sociologia, com formação em PNL, Coaching, TFT, Cinesiologia Aplicada, EFT, Barômetro Emocional, dentre outros. Tem doze livros publicados, escreveu mais de quinhentos artigos de autoaperfeiçoamento e criou quinze métodos de desenvolvimento pessoal.

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