Controle Emocional e Cura

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Controle emocional é tudo!

Há muito tempo venho escrevendo a respeito da importância do controle emocional para a preservação e recuperação da saúde. Hoje quero falar sobre algo maravilhoso que aconteceu comigo depois que adquiri um autocontrole efetivo.

Meu pai era diabético. Em meados de 2003, soube que meu irmão mais velho havia tido o mesmo diagnóstico. Isso evidenciava cautela, levando-se em conta o peso do fator hereditário para a evolução dessa doença. Assim, resolvi fazer meu primeiro exame de glicemia. Fiquei surpreso e preocupado com a alta taxa de glicose detectada: 99 mg/dL. Eu não tinha sobrepeso, minha alimentação não era rica em açucares ou massas e, mesmo assim, estava beirando o limite considerado perigoso pela medicina: 100 mg/dL.

O meu endocrinologista disse que, por enquanto, não iria indicar medidas mais drásticas, tendo em vista que a minha dieta era bem balanceada. Mas recomendou enfaticamente a prática exercícios físicos moderados. Não obedeci! Reconheço que não agi corretamente. Confesso que sempre tive uma conduta propensa ao sedentarismo. Sei que preciso mudar isso, mas sempre empurro com a barriga.

Em junho de 2005, fiz um check-up geral, contemplando os exames que compõem a lista básica de cuidados. Todos os itens acusaram normalidade, menos a danada da glicemia. Havia chegado aos 102 mg/dL, um indício de perigo iminente de se tornar futuramente, um diabético. Em 2007, houve aumento de mais dois pontos na glicose: 104 mg/dL. Aí, confesso que fiquei bastante preocupado. Mas, meu médico me acalmou dizendo que eu necessitava apenas de cautela e acompanhamento.

No segundo semestre do ano de 2007, um divisor de águas determinou mudanças radicais em minha conduta emocional: o filme “The Secret”. Eu me identifiquei demais com a filosofia preconizada pelos professores protagonistas do documentário.

Assisti o filme “The Secret” várias vezes e acho que acabei internalizando aqueles ensinamentos valiosos, repassados com tanta simplicidade e objetividade. O documentário trouxe a compreensão que faltava para fechar o elo de conexão com a minha força interior. Foi através dele que substituí a filosofia do pensamento positivo pela perspectiva do controle emocional.

O Segredo sinalizou o início de uma nova fase em minha vida. Obviamente, não parei por aí. Busquei agregar informações complementares ao contexto do filme mediante uma pesquisa profunda e duradoura, ao longo dos anos seguintes. O resultado de todo esse aprendizado pode ser notado por todos aqueles que me conheciam há mais tempo.

Em menos de dois anos de prática no controle emocional, muita coisa mudou. Eu havia me transformado por dentro e por fora. E assim, já no fim do ano de 2009, alterações radicais se tornavam evidentes em todas as áreas da minha vida. Minhas finanças finalmente se estabilizaram, a ansiedade latente se foi e a maioria das mágoas, medos e traumas haviam sido imperceptivelmente deletados de minha mente mais profunda.

No início de 2010, fiz uma nova bateria de exames básicos e meu médico disse que o meu nível de glicemia estava normalizado: 94 mg/dL. Isso sem que eu tivesse feito qualquer mudança no nível físico. A minha alimentação era a mesma de antes. E, eu ainda teimava em manter o meu – desaconselhado – sedentarismo. Em suma: a alteração das minhas emoções me curaram.

Já se passaram muitos anos desde que o fantasma do diabetes rondou à minha volta. Nesta semana, resolvi escrever a respeito porque, após fazer nova bateria de exames, a sentença do médico foi a seguinte: “Francisco, você está um coco. Sua saúde é algo fora do comum para alguém que já passou dos quarenta e seis anos”.

Eu não quero parecer superior ou melhor que ninguém. Sinceramente, não tenho nenhuma soberba ou pretensão quando falo da grande transformação que o controle emocional produziu em minha vida. Mas, sinto-me na obrigação de escrever tudo isso para que sirva de norte e de estímulo para muitas pessoas que acompanham meu trabalho.

Apenas para matar a curiosidade de quem lê, há muito tempo que o meu nível de glicemia não passa de 86 mg/dL. Uma marca excepcional para minha idade.

Como você pode ver, a minha cura foi espontânea. Nunca pensei em baixar meus níveis de glicose. Mesmo quando trabalhei mentalmente o domínio de minhas emoções, o fiz por outros motivos, mais urgentes, do meu ponto de vista. A melhora global do meu ser se traduziu numa resposta direta ao controle emocional adquirido através da minha busca. Curei a minha essência e meu nível de glicemia se restabeleceu, de forma natural.

Finalizando essa análise, faço minhas as palavras de Bob Proctor, principal professor do filme “The Secret”: “A doença não sobrevive num corpo que está em um estado emocional saudável. Seu corpo elimina milhões de células por segundo, e também cria milhões de novas células ao mesmo tempo”.

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Author: Francisco Ferreira, O Aprendiz

Francisco Ferreira, o Aprendiz, é terapeuta formado pelo Instituto Nefesh, Pós Graduado em Filosofia e Sociologia, com formação em PNL, Coaching, TFT, Cinesiologia Aplicada, EFT, Barômetro Emocional, dentre outros. Tem doze livros publicados, escreveu mais de quinhentos artigos de autoaperfeiçoamento e criou quinze métodos de desenvolvimento pessoal.

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