Bahamas: um mergulho na imensidão do Caribe

Para quem busca uma ilha tropical, o arquipélago soma 700. New Providence, a principal, é o paraíso dos resorts de luxo. Mas há muito mais a descobrir no país – de sítios históricos a praias desertas.
O paraíso existe. Pelas janelinhas do avião já é possível ver a famosa cor do mar das Bahamas, o azul transparente no nordeste do Caribe. Ao desembarcar no Aeroporto de Nassau – capital do país, localizada na Ilha de New Providence -, já se sente o clima descontraído da cidade. Uma banda de negros, com camisas coloridas, toca uma animada música. Tudo é sol e vento.

Você está de férias.

Esqueça qualquer tristeza. A felicidade parece eterna. Mulheres negras bem arrumadas e com cabelos impecáveis, lotados de gel, desfilam com coques imensos enfeitados. Outra mania: as tranças com missangas. Isso muito mais visto nas cabeças louras dos turistas, contrastando com a maioria da população – 85% são negros. O penteado pode ser feito até na praia – o mais caro, com tranças tomando todo o cabelo, custa US$ 60.

Com todas as opções de lazer que as Bahamas oferecem, o melhor passeio é poder desfrutar das praias de areias brancas e finas. O mar límpido, de ondas tranquilas, por si só, já é a maior atração. Os bancos de areia causam a sensação de estar nadando numa enorme piscina. Os corais saltam aos olhos do fundo do azul do mar. Seja sentado à praia ou da janela do avião. Entretanto, eles podem ser vistos muito mais de perto em um mergulho ou passeio de barco pelas ilhas.

Nade com golfinhos

Mas a beleza das Bahamas vai muito além dos corais. Um dia nadando com golfinhos, por exemplo, sai a US$ 70. Outra opção: ver as ilhas do ar. Para duas pessoas, o passeio de helicóptero custa de US$ 90 a US$ 186.
Dentre as 700 ilhas do arquipélago, New Providence é uma das mais desenvolvidas, sendo Nassau a porta de entrada. É lá que desembarcam os grandes transatlânticos lotados de turistas ávidos pelas lojas duty free, resorts e cassinos. Isso sem contar as praias: destaque para Cable Beach e Paradise Island, a oeste, onde fica o famoso Hotel Atlantis.
Nassau conserva belezas que vão além da brisa e do mar. A tranqüilidade de um passeio de charrete pode ser uma boa oportunidade para conhecer a arquitetura das casinhas em tons pastéis.

Mercado de Palha

Também é divertido caminhar pelo Mercado de Palha, no centro de Nassau.

Depois de uma pechincha, conseguem-se preços mais baixos. Pequenas lojas, coladas umas nas outras, oferecem uma grande variedade de artigos feitos de palha – de bolsas bem-acabadas a simples descansos de panela ou bonecas.
No centro da cidade, para compras, não há meio-termo. A alternativa ao Mercado de Palha são as lojas de grifes famosas. Perfumes, relógios e cosmésticos podem ser adquiridos a preços mais em conta que os encontrados no Brasil. Vale a pena comprar. Mas, quando o assunto é souvenir, a história muda. Uma caneca com “I love Bahamas” pode sair por US$ 10. E uma camiseta, com dizeres semelhantes, não sai por menos de US$ 15.

As vans são uma boa opção para locomover-se por Nassau. Usadas pela população local, elas também passam por todos os pontos turísticos. A passagem custa US$ 1.

Cidade fortificada

Como ninguém vive só de compras e praia, um pouco de história cai bem. Por causa de as Bahamas terem sido um lugar atacado freqüentemente por piratas, Nassau tem 12 fortes. O mais visitado é o Forte Charlotte, de onde se tem uma bela vista para fotografias. Construído em 1742 para guardar o lado leste do Porto de Nassau, o Forte Montagu é o mais antigo.
Das construções coloniais, a Parliament Square vale a visita, situada no coração de Nassau e dotada de prédios rosados. Outro marco interessante é o Pompey Museum, ao lado do Mercado de Palha, que permite voltar à era da escravidão.

Um paraíso feito de 700 ilhas

Os encantos das Bahamas não se limitam a Nassau. Afinal, são 700 ilhas e mais de 2 mil cays, ou seja, mínimas ilhotas. Das 700, algumas, como Rose Island, continuam inabitadas e apenas 12, entre as 20 ilhas habitadas, estão preparadas para receber os visitantes. Além das superturísticas Grand Bahama e New Providence, as outras 698 ilhas do arquipélago são chamadas de Family Islands. A maioria é deserta e as que são desenvolvidas têm todo o jeito primitivo, com povoados de chalés em madeira pintados em tons suaves.

Mas há também os bons resorts e restaurantes, estabelecidos ao longo das marinas. Isso sem contar as acomodações mais simples e não menos charmosas.

Eleuthera (palavra grega para “liberdade”), a mais famosa do grupo, assim batizada por peregrinos britânicos que buscavam liberdade religiosa, caracteriza-se por suas praias de areias rosadas e por ter sido local do primeiro povoamento nas Bahamas. Ali, um trem submerso é atração para os mergulhadores, resultado do naufrágio do navio que o transportava.
Já Bimini é consagrada como o paraíso dos pescadores e foi moradia do escritor Ernest Hemingway, que chegou por lá graças à abundância de marlins e atuns. O mergulho autônomo também é bastante recomendado, especialmente na Bimini Wall, repleta de corais negros. Cat Island, por sua vez, abriga a mais alta montanha do país e Exuma reúne 365 cays, com praias deslumbrantes.

Uma curiosidade: mais da metade da população leva o sobrenome Rolle, herança do inglês Denys Rolle, que, no século 18, ganhou da Corte britânica mais de 2.800 hectares daquelas terras.

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