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Conhece-te e evolua, de vítima a senhor do seu próprio destino

Todos os artigos que escrevo para A Casa do Aprendiz visam a reconquista da autonomia perdida, sob a perspectiva das Leis Universais, desmistificando o processo da vida para que cada um encontre o guru dentro de si mesmo. Na verdade, todo aprendiz sabe que o caminho para a evolução espiritual consiste em encontrar o Mestre Interno ou “o Cristo Interior”.

A magia que envolvia a aura de grandes mestres como Jesus e Buda consistia na consciência de soberania do Eu Interior sobre o mundo externo. Tinham personalidade forte e exerciam a autonomia na condução de suas vidas. Por isso, sobressaíram-se às massas, tornando-se guias iluminados da humanidade.

Você também pode aprender a dominar suas paixões, medos, angústias e traumas, passando de vítima a senhor do seu destino.

Não estou falando de domínio ou poder no sentido comum. Não se trata de controlar os outros e sim do controle de si mesmo. Somente através do autocontrole você será capaz de chegar ao autoconhecimento e conseqüentemente tornar-se criador intencional, manipulando eventos e direcionando as circunstâncias, conforme seus desejos e metas.

Em primeiro lugar, para que você adquira autocontrole é necessário conhecer a sua personalidade. Há duas categorias de personalidades diferentes, a saber: as passivas e as ativas.

Os seres passivos ou autômatos são aqueles que apenas ficam assistindo os acontecimentos na vida, como meros espectadores. São pessoas acomodadas que ficam esperando as coisas acontecerem como num passe de mágica. Acreditam que a felicidade pode estar naquilo que poderiam vir a ser, fazer ou ter. Esses obviamente nunca chegarão lá de fato porque abrem mão do único momento que tem à disposição para mudar as coisas: o presente.

Há outra classe de autômatos, aqueles que perdem o foco no presente, concentrando energia nas circunstancias e eventos passados. Esses vivem de queixas e lamentações, geralmente direcionadas aos outros. Jogam a culpa de sua infelicidade no vizinho, no sistema, no governo, no “destino”.

Os autônomos ou ativos, por outro lado, são aqueles que acreditam e exercitam o seu poder pessoal através de um entusiasmo pelo que fazem, pelo que têm e principalmente pelo que são. Essa é a autonomia que A Casa do Aprendiz apregoa em cada uma de suas páginas.

O mundo precisa de seres com autonomia plena, sem restrições de origem mística, filosófica ou de qualquer natureza. Chega da hipocrisia do “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. O mundo chegou a esse estágio deprimente em virtude da proliferação de filosofias e crenças limitantes e castradoras que insistem em tentar negar o “Poder Sem Limites” de cada um.

Autonomia exige postura confiante, fé em si mesmo e no processo da vida, diminuindo a influência externa e resgatando o poder interior. Digo resgate porque sua força interior é inata; inerente. Pode estar inerte ou parcialmente ativada no momento, mas está dentro de você esperando o despertar. E para resgatar esse seu poder interior é preciso apenas estimular a sua consciência e expandi-la através do exercício da fé.

Fé?

Não se trata aqui de uma fé religiosa ou mística. Trata-se simplesmente de acreditar em si mesmo e na perfeição das leis naturais do Universo que são precisas e organizadas para que a harmonia permaneça inalterada na Fonte Original. O maior ou menor afastamento ou transgressão dessas leis é que nos traz infortúnios de variados tipos.

Nascemos com natureza autônoma mas aos poucos fomos transformados pelo meio, de acordo com determinados padrões, regras e crenças. E, infelizmente, nem tudo o que nos ensinaram está de acordo com as leis naturais do Universo. Por isso, nossa autonomia precisa ser restaurada urgentemente, caso queiramos agir em sintonia com tais leis.

Como?

Olhemos para a natureza das crianças e aprendamos com elas. São ativas, alegres, felizes, confiantes, determinadas e persistentes por natureza. Um grande sábio bem conhecido de todos nós estava certo quando disse que delas é o Reino dos Céus.

Veja quanto um bebê aprende em tão pouco tempo. Esse ritmo magnífico vivido na primeira infância vibra em uma freqüência em harmonia com a freqüência universal e deveria perdurar por toda a vida. Infelizmente, aos poucos; pais, parentes e o meio social vão castrando a natureza expansiva desses seres magníficos.

A perspectiva de poder pessoal natural dos bebês é drasticamente diminuída com o passar do tempo, através do convívio social com suas regras nem sempre certas do ponto de vista da verdadeira natureza do homem. Aprendamos com a alegria e o desprendimento das crianças, principalmente com a simplicidade delas.

Na verdade, a vida em sua essência deveria ser simples, harmônica, suave, alegre e feliz. Deveria não, é. Toda complicação surge da nossa capacidade de ampliar o mal e reprimir o que é bom.

Pense comigo: problemas existem e sempre existirão porque são desafios essenciais ao crescimento. O “problema” é a importância que damos aos mesmos.

Simplifique a sua vida. Deus está nas coisas simples. Aja com a simplicidade determinante das crianças e supere todos os seus limites.

Pense em um bebê: nasce limitado a viver em estado de completa dependência. Mas como essa não é sua condição natural, aos poucos vai buscando seu espaço, sua independência. Em muito pouco tempo, assimila grande parte da bagagem de conhecimentos que levará para o resto da vida. Isso sem falar na carga emocional da primeira infância que caracteriza o norte de sua personalidade.

Infelizmente é também na infância que a criança assimila junto à aprendizagem sadia uma série de crenças limitadoras que ficarão latentes no seu inconsciente. Assim; tudo o que foi indelevelmente gravado em seu subconsciente na fase de expansão constituída pela primeira e segunda infância cria raízes profundas, difíceis de serem erradicadas. Isso acontece com todos, inclusive com você. Somente uma introspecção aos recônditos do ser através de um autoconhecimento contínuo baseado na análise de si mesmo pode levá-lo a romper com tais hábitos nocivos impostos pelo meio.

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Author: Francisco Ferreira, O Aprendiz

Francisco Ferreira, o Aprendiz, é terapeuta formado pelo Instituto Nefesh, Pós Graduado em Filosofia e Sociologia, com formação em PNL, Coaching, TFT, Cinesiologia Aplicada, EFT, Barômetro Emocional, dentre outros. Tem doze livros publicados, escreveu mais de quinhentos artigos de autoaperfeiçoamento e criou quinze métodos de desenvolvimento pessoal.

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