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Você sobreviveria?

Você sobreviveria?
Antonio de Andrade *

Bang! A última coisa que você se lembra, ao abrir os olhos, caído em uma calçada, é de um forte barulho e de suas pernas fraquejarem, levando-o ao chão. Pelo relógio em seu pulso, você ficou algumas horas desacordado, caído no chão. Agora, ao se levantar, sente um silêncio opressivo. Nenhum barulho, nada! E nenhum movimento.

Olha ao seu redor e vê pessoas caídas, muitas pessoas e em todo lugar, nas ruas e avenidas há carros, caminhões e ônibus batidos uns nos outros, todos parados, num verdadeiro caos. Verifica as pessoas e constata que todas estão mortas, sem nenhuma pulsação. Olha nos veículos, alguns com os motores ainda ligados. Também neles, nenhum sinal de vida. Belisca você mesmo e – ai! – constata que não está sonhando, mas “vivinho da silva”, com seus 30 anos de idade.

Ninguém terá dó de você

Está infeliz com sua aparência? Deseja perder peso, mas não sabe como? Precisa resgatar a sua auto-estima? Tem muita gente vivendo a ilusão de perder peso em um piscar de olhos e, ainda por cima, sem nenhum sacrifício. O que estas pessoas não dão conta é que não conquistaram todo o excesso de peso da noite para o dia. Foi uma macarronada aqui, uma casquinha de sorvete ali, o creme chantilly caseiro lá, o purê de batatas acolá, e exercícios físicos que é bom, nada. O tempo passa e a medida discretamente aumenta. Um dia você percebe que está obeso e não entende como. Daí, começa o mar de lamentações. O guarda roupas já não serve, as pessoas parecem lhe ignorar, você começa a sentir-se estranha e a imaginar que o “mundo” está lhe censurando. A partir desse momento, Continue lendo...

Líder encorajador…

Uma das grandes habilidades do líder é encorajar sua equipe, para que se sintam fortes para enfrentarem as adversidades, conseguindo assim, reverter cenários altamente negativos em situações de vitória.

A pergunta que se faz então é: Como o líder deve encorajar sua equipe? Penso que o melhor caminho seja tratar as pessoas de maneira individual. Quando se faz comparações entre pessoas do mesmo grupo, surgem os ressentimentos, e estes por sua vez, favorecem a hostilidade. Devemos nos perguntar: Para que criar um problema maior do que aquele que já existe? Por que despertar reações exaltadas entre os integrantes de um mesmo grupo?

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Reflexões sobre Relacionamentos e Parcerias

                    Reflexões sobre Relacionamentos e Parcerias

O primeiro passo consiste em aceitar que tudo o que for dito e feito antes e durante as relações com a outra parte, influenciará negativa ou positivamente, o clima de parceria.

É preciso, pois, planejar o que vai ser dito/feito e como isto acontecerá!

A partir daí quais seriam as ações, os comportamentos, e as estratégias que facilitariam esse processo?

Ouvir

Quem vai se relacionar com alguém deve primeiro mostrar que está disposto a isto. Saber o que o outro precisa/necessita. A solicitação de feedback ajuda bastante nesse processo. O que facilita então a criação do clima é passar para o outro que estamos dispostos também, a nos orientar pelas suas expectativas e necessidades.

A arte de resolver problemas

Você lida bem com os problemas? Tem alguma técnica para evitar que eles tirem o seu sossego? Como você reage diante de uma grande encrenca? É claro que os problemas fazem parte de nossa vida. Estejamos onde quer que seja, sejamos ricos ou pobres, educados ou ignorantes, jovens ou idosos, casados ou solteiros, pessoas de negócios ou estudantes, teísta ou ateu os problemas estão em todas as partes e precisamos aprender a lidar com eles.

Se tivermos problemas no trabalho, pensemos que sem eles não estaríamos empregados. Quanto mais e maior forem os problemas, maiores serão as nossas possibilidades de triunfo. Naturalmente os problemas podem ser insignificantes como a fechadura que quebrou e não conseguimos abrir a gaveta ou muito importante como uma grave doença. O segredo está em conseguirmos encontrar soluções eficazes para todas as adversidades.

O pessiminsta e o otimista

 

 

 

Há várias formas de viver a vida, cada ser humano é único e desta forma cada pessoa tem uma maneira diferente de encarar os problemas, expressar alegria, tristeza, enfim, viver o dia a dia.

Em nosso meio há dois indivíduos que realmente são opostos e fazem sempre questão de demostrar isso ao mundo, mesmo que muitas vezes inconscientemente: o Pessimista e o Otimista.

O pessimista quando acorda imagina que terá um dia trabalhoso, cheio de problemas e irritações e já se levanta desanimado. O otimista quando abre os olhos imagina que terá um dia cheio de realizações e que os problemas que virão são apenas obstáculos que irá ultrapassar, para que este dia tenha realmente valido a pena.

O pessimista olha a chuva e reclama que talvez tenha que ficar em casa e que será mais um dia ruim. O otimista olha a chuva e pensa que é apenas mais um dos milagres de Deus, que muitas pessoas estão se beneficiando com ela e ainda que muitas outras podem estar em pior situação que ele neste momento, e assim agradece por ter uma casa onde ficar.

O pessimista quando está só, reclama que não tem amigos e que todos o abandonaram. O otimista usa a solidão como um momento de reflexão e de crescimento, e agradece por ter um tempo só seu.

O que nos habilita a liderar?

Você já se perguntou sobre que habilidades uma pessoa deve deter para liderar com sucesso? Muita gente deseja desenvolver habilidades de liderança, mas nem sempre é uma tarefa fácil. A condição de líder não é fruto de eleição, nomeação ou qualquer outro atributo do gênero. Não importa a posição, classificação, título, idade, nacionalidade, raça, cor ou credo. Nada disso qualifica ninguém para liderar outras pessoas.

 

O direito de conduzir não é uma atribuição, é uma conquista que pode levar muitos anos para ser alcançada. Para se tornar um líder admirado e respeitado não se deve concentrar-se em fazer as pessoas seguirem você, mas em tornar-se o tipo de pessoa que a maioria queira seguir.

 

É bom saber que qualquer um poderá, com interesse e dedicação, desenvolver as habilidades de bom líder. Basta querer, agir alinhado com os seus princípios, sem se preocupar tanto com o passado e futuro. Para Oliver W. Holmes: “O que existe atrás de nós e o que existe à nossa frente são problemas menores, se comparado com o que existe dentro de nós”.

 

Para o famoso escritor John C. Maxwell, que já vendeu mais de 18 milhões de exemplares, em seu livro The Right to Lead, seguindo algumas dicas simples, como as abaixo citadas, podemos nos tornar líderes melhores.

O valor de “ser” e “ter”

Tenha cuidado com a medida que você utiliza para dimensionar o seu estado atual porque isso pode se traduzir em uma cilada que o torna refém de suas próprias criações mentais e emocionais. Sem ter noção do real valor das coisas que pensa e sente, você pode acabar sabotando sua energia criadora de modo a fazer perpetuar o indesejado em sua vida.

Pense no real valor do dinheiro, por exemplo.

Você acha que a riqueza traz felicidade?

Eu diria que não. Mas também concordo que não dá pra ser feliz com os bolsos constantemente vazios. O dinheiro é um símbolo de troca que propicia acesso a muitas coisas que contribuem para a nossa felicidade. O dinheiro não traz felicidade, mas ajuda as pessoas felizes a serem mais felizes.

Não confunda a alegria fugaz produzida por sensações puramente sensoriais produzidas pelas coisas que o dinheiro pode comprar com felicidade. A posse de qualquer objeto não pode trazer felicidade por si só. Mas também não dá pra ser feliz sem ter objetos concretos que contribuam para o processo.

Decidir bem pode parecer simples, mas não é fácil

Você se sente seguro para tomar decisões? Considera-se um expert na arte de dicidir? Costuma ouvir às partes antes de tomar uma decisão?

Saiba que pequenos cuidados podem evitar frustrações, como por exemplo:

1 – Pessoas: escolha com cuidados as pessoas a serem envolvidas;

2 – Contexto: em que tipo de ambiente a decisão será tomada;

3 – Comunicação: como comunicar à decisão e como conseguir interação das partes;

4 – Controle – Como controlar o processo e o conteúdo da decisão;

5 – Metas – Estabelecer metas que sejam:

A – Específicas (conteúdo e tempo) – Os envolvidos devem saber, exatamente, o que será alcançado. Deve haver tempo limite para cada etapa;

B – Mensurável – Quando as metas puderem ser quantificadas;

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Pequenas mudanças e grandes ideias…

Ao fazermos qualquer modificação em um produto ou serviço, deveríamos nos perguntar:

 

1. “Para que poderá servir?”

2. “Em que situações este produto pode ser válido?”

3. “Que público-alvo gostaria desta idéia?”

Por que, então, deveriam os profissionais de marketing dedicar o seu tempo a essas perguntas? Porque a maior parte das inovações foi por acaso:

o Charles Goodyear estava tentando desenvolver uma borracha que fosse mais fácil de manipular. Por um erro, ele preparou uma mistura que ficou excessivamente rígida, mas que ainda poderia ser usada. Assim ele descobriu o processo de vulcanização, que permitiu a fabricação de pneus e de outros produtos.

o Muitas empresas já se viram diante de um concorrente que, ao produzir alguma mudança no produto, tornaram-se ameaças reais. Fabricantes de balas ficaram surpresos quando surgiu o pirulito, a primeira guloseima no palito. Então, os tradicionais executivos do ramo se perguntaram: “Como não pensamos nisso antes? Estava diante de nossos olhos e não o enxergamos!”.

É interessante observar também, como alguns produtos estão fortemente associados a certos lugares. Pipocas a cinema, amendoim a avião etc.

A oportunidade é propor um lugar ou cenário impossível para o produto como forma de pensar em mudar o seu local de consumo habitual.

Eis alguns exemplos:

O Existir Humano

Reflexão sobre o existir humano e a construção da subjetividade

Gilson Tavares – Psicanalista e educador

(gilsontavares_psi@yahoo.com.br)

Segundo o psiquiatra austríaco Viktor Frankl, sobrevivente dos campos de concentração nazistas, “Aos homens não basta saber que existem, mas para quê existem.”

Desde os seus primórdios, o homem busca um significado para a sua existência, para o sentido de si mesmo e a compreensão de suas relações com o próximo.

Somos supostamente os únicos seres no planeta que têm uma vida interior, que os eventos internos são mais importantes que os eventos externos. A maneira como interpretamos esses eventos é que vai determinar como pensamos a respeito de nós mesmos, e como atuaremos no ambiente e com as pessoas com as quais convivemos.

O homem tem cada vez mais conhecimento e controle sobre o mundo ao seu redor, mas se afasta cada vez mais desse seu mundo interior.

Consideramo-nos seres evoluídos, capazes de vivermos em sociedade, construtores de civilizações, mas precisamos de normas externas a nós mesmos para que seja possível a convivência com nosso semelhante. Ensinamos nossos filhos a conhecer e a dominar as forças da natureza, mas não os ensinamos a conhecer e dominar a si mesmos.

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