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Qualidades do ser humano de A a Z

ALEGRIA
Do latim “alacer, alacris” (= alerta, com vivacidade), alegria é um estado da alma que corresponde a uma situação de bem-estar físico, psíquico e moral. Tem como condições: a tranqüilidade da consciência e equilíbrio mental e a saúde do corpo. Manifesta-se por uma irradiação contagiosa de toda a personalidade, especialmente pelo riso. A alegria deveria ser a condição normal do ser humano, e é o clima indispensável para o pleno desenvolvimento das crianças. Existe ainda uma alegria espiritual, capaz de manter mesmo na adversidade e na dor; é a alegria que supõe a força da alma, dos santos e dos heróis, e que provém da consciência da posse da verdade e da dedicação e uma nobre e justa causa.

ALTRUÍSMO
Da riz latina “alter” que significa outro. É a capacidade que o indivíduo possui de abrir mão dos próprios interesses para se preocupar com os outros. É o oposto de egoísmo. O altruísta é generoso, nobre e desapegado, chegando até, nas suas expressãoes heróicas, ao sacrifício da própria vida por amor ao próximo. O verdadeiro altruísta não se improvisa, mas se conquista desde a infância, numa luta contínua contra as manifestações insistentes do egoísmo. É uma virtude indispensável para a felicidade das pessoas, das famílias e das comunidades.
É um estado de espírito caracterizado pelo desejo veemente de conquistar um objetivo cuja consecução exige esforço e sacrifícios. Quando limitada a valores materiais ou a situações de prestígio ou mando e por motivação egoísta, é um defeito de caráter. Mas pode ser inspirada por valores espirituais, morais e intelectuais de alto nível.
Igualmente é justa e louvável a ambição dos pais em relação ao futuro dos filhos e a ambição dos cidadãos em relação ao futuro do ´aís onde vivem.

AMIZADE
Do latim “amicitia” ( = dedicação), amizade é um sentimento de escolha que distingue uma pessoa entre as demais, a ela dedicando atenção e interesses especiais. Este sentimento de interesse e respeito do outro, para constituir uma verdadeira amizade, não pode ser passageiro, mas deve ter a característica da permanência que vai constituir a fidelidade. A amizade é fruto mais puro da liberdade, pois não está, como o amor, sujeita a fatores sexuais, permanecendo unicamente espiritual. A amizade implica numa igualdade de condições, pois tem como base afinidades profundas e múltiplas e, portanto, dificilmente sobrevive em situações de grande disparidade de gostos ou meio social. A amizade costuma estar ligada a uma lucidez desinteressada, evitando a lisonja, que destruiria rapidamente a igualdade, caindo na zona de interesse e da utilização do outro. Na amizade existe uma harmonia que, uma vez perdida, não pode ser substituída, e esta harmonia, baseada na eleição mútua, não pode ser explicada nem pelos próprios amigos, que em geral, não sabem dar as razões da ligação afetiva existente entre ambos. Sendo a escolha de amigos uma atitude tão espontânea, grande é a importância de freqüentar e fazer freqüentar pelos filhos ambientes em que esta escolha tenha a maior probabilidade possível de recair sobre pessoas de valor intelectual e moral.

AMOR
É o mais nobre sentimento de que é capaz um ser racional. Não se reduz à mera simpatia romântica, e muito menos à atração sexual. Consiste, essencialmente, em querer o bem do outro, empenhando nesta vontade, o próprio ser. É essencialmente o dom do próprio ser para promover o maior bem do outro. Assim, o amor é fundamentalmente desinteressado, representando a maior vitória sobre o egoísmo. O amor se produz desde as suas formas mais íntimas, o amor conjugal, o amor paterno e materno, o amor filial, o amor fraterno, até as formas mais amplas do amor ao próximo que envolve, na sua amplitude, desde os parentes e conhecidos, até os concidadãos e a humanidade inteira. O verdadeiro amor sabe compreender as fraquezas sem justificá-las; sabe valorizar as qualidades, sem lisonjeá-las. O amor se manifesta não apenas por palavras de carinho, mas por gestos e ações. Daí, a imensa significação social do amor. Todos os problemas sociais seriam fáceis de resolver se os homens realmente se amassem como irmãos que de fato são, membros de uma humanidade que habita o planeta Terra. O amor constrói, enquanto o ódio só sabe destruir. É no amor que se haverá de edificar a grande civilização do futuro. A tarefa mais urgente da geração moderna é dar ao amor a sua autenticidade e a sua pureza, combatendo todas as suas deturpações.

ASPIRAÇÃO
É o esforço na busca de um objetivo. ter grandes aspirações é um sintoma de pujança de vida. É, por isso, uma das características mais típicas de uma juventude sadia.

AUTENTICIDADE
Do radical grego “autos” (= eu mesmo), autenticidade é a qualidade daquilo que é autêntico. Atualmente o termo é empregado para significar aspiração de homem a ser ele mesmo. Ser autêntico significa ser isento de sofisticação, de preconceitos ou de convenções hipócritas.

CARÁTER
Etimologicamente caráter quer dizer coisa gravada. O termo pode ter dois sentidos diversos: 1 – caráter, como conjunto de disposições psicológicas e comportamentais habituais de uma pessoa. 2 – caráter relacionado à vontade, e nesse caso, significa energia, honestidade e coerência; é nessa acepção que se fala em “homem de caráter”. Freud, na psicanálise, ensinou que os traços fundamentais do caráter já estão firmemente delineados aos três anos de idade, e era de opinião que os sucessos posteriores poderiam modificar, mas nunca seriam capazes de alterar fudamentalmente os traços que se formaram nessa época. Seu discípulo, Adler, assinala que ao redor dos quatro ou cinco anos se verifica a adoção de um estilo duradouro de vida.

CAVALHEIRISMO
Formado pelo termo espanhol “caballero”. É uma atitude habitual de distinção no trato, como expressão das virtudes morais que devem presidir à convivência humana, em especial a verdade e a lealdade. O termo teve a sua origem na instituição medieval da cavalaria. A igreja, no esforço por suavizar a rudeza dos costumes, procurou transformar o soldado bárbaro em defensor dos princípios cristãos, criando o ideal e o tipo do cavaleiro medieval.
O cavalheiro seria o herdeiro das virtudes do cavaleiro medieval. O homem que cultiva as virtudes cavalheirescas dignifica a sua própria vida e é um exemplo para a sociedade a que pertence. Um exemplo típico de um cavalheiro são os lordes ingleses.

COMPETÊNCIA
É corresponder, ajustar-se a algo. Competência é a habilitação adquirida para o correto exercício de determinada atividade. os pais, na educação de seus filhos, deveriam realizar um verdadeiro culto à competência, levando o filho a ser realmente competente como ser humano, desenvolvendo todas as possíveis qualidades de um ser humano.

COMPOSTURA
É o hábito de ordenar os gestos do comportamento no sentido de conformá-los às exigências da decência e da boa educação. São faltas de compostura, por exemplo, falar com grosseria ou infringir as normas de puder. A compostura se aprende desde a infância, e assumida com naturalidade, constitui um dos traços mais simpáticos de uma pessoa bem formada.

CONCÓRDIA
Consiste na união de vontades, dando como resultado a harmonia. A concórdia é condição básica para a felicidade no lar, no trabalho, na comunidade e na sociedade em geral. Concordar não significa, porém, aceitar passivamente a opinião alheia, por mero comodismo, embora se julgue ser a mesma errônea; mas é uma atitude dinâmica e esclarecida que leva ao exame sereno das opiniões e vontades, para que seja adotada a decisão ou linha de ação mais conveniente a todos. A concórdia nasce de uma conjugação de vontades, não da imposição de uma vontade sobre as outras.

CONFIANÇA
Do latim “confidere” (= confiar; de “cum”, indicando reciprocidade + “fido”, de fides, fé =ter fé em). É o sentimento de segurança inspirado por pessoas, objetos ou situações. Nas relações entre pais e filhos, entre mestres e alunos, entre cônjuges, entre amigos, a confiança é elemento básico para perfeito entendimento. A confiança tem raízes na firmeza e na sinceridade. Segundo afirmou Prentice Mulford: “Fraco é aquele que fraco se imagina, olha ao alto o que ao alto se destina. A confiança em si mesmo é a trajetória que leva aos altos cimos da vitória. Nem sempre o que mais corre a meta alcança, nem mais longe o mais forte o disco lança. Mas o que, certo em si, vai firme e em frente, com a decisão firmada em sua mente”.
Do latim “confidere” (= confiar). Revelação voluntária de um segredo, a quem inspira confiança. São comuns as confidências entre amigos, sobre problemas e questões pessoais. São os pais, como amigos fiéis e verdadeiros, os naturais confidentes dos filhos.

CONFRATERNIZAÇÃO
Da raiz latina “frater” (= irmão). É todo movimento ou iniciativa que visa solidarizar indivíduos na consciência da fraternidade que os une, isto é, na consciência de que todas são, em certo sentido, irmãos como seres humanos. De fato, somos todos irmãos, enquanto membros de uma mesma família de seres humanos (terráqueos, habitantes da Terra) e mais ainda, como filhos da mesma pátria. É uma perspectiva cristã, que a idéia de confraternização recebe o seu mais sólido e real fundamento: somos filhos do mesmo Deus, do qual procede toda paternidade, enquanto autor supremo da vida. Se as comunidades humanas ainda são divididas por lutas e rivalidades que ameaçam sua própria sobrevivência no planeta Terra, é porque ainda os homens não se deram conta da sua condição de irmãos. Entretanto, é nos grandes momentos trágicos que assolam a humanidade (como os cataclismos, inundações, destruições) emerge, numa força quase instintiva, a consciência da fraternidade humana.
Habituar-se a ver no outro um irmão, e não um rival ou inimigo, é o segredo para preparar-se a viver uma vida humana com dignidade e a ser um membro útil da comunidade em que vive.

CONSTÂNCIA
Em sentido especial refere-se à firmeza de caráter que leva o indivíduo a manter inalterável uma atitude ou disposição de espírito. É pela constância que se mede a profundidade de um sentimento afetivo ou de uma dedicação.

CONVICÇÃO
É o ato ou ação de convencer ou de convencer-se. No sentido corrente, denota uma firme adesão a princípios lógicos e morais. Todos os grandes homens da história da hu7manidade foram pessoas de convicções fortes. A elas chegaram seja a partir de intuições, seja a partir de estudo laborioso ou de uma larga experiência da vida. O homem sem convicções é presa fácil do ceticismo e do tédio.

CONVIVÊNCIA
Uma convivência pacífica entre grupos e povos supõe que há entre eles relações de colaboração capazes de promover o maior bem de todos. É o grande ideal para todos os seres humanos que habitam este planeta Terra, para o qual todos deviam cooperar com lealdade e eficácia. A convivência no interior das famílias exige de todos os membros um esforço permanente de abnegação, de compreensão e de amor.è uma grande arte a de saber conviver com aqueles que a vida coloca a nosso lado.

COOPERAÇÃO
A cooperação é uma ação comum para atingir determinado fim. A cooperação se manifesta até nos animais, com o fenômeno gregário. Desde os mais remotos tempos, o homem começou a manifestar a necessidade de convivência com cooperação com seus semelhantes. As tribos e os clãs acentuaram essas tendências com a permanente permuta de favores e obrigações. No homem civilizado, a cooperação se evidencia desde a mais tenra idade, através dos brinquedos. Nos diferentes estágios de crescimento vão se aprimorando formas mais evoluídas, em grupos organizados, numa interação de esforços para atingir um fim em vista. O mesmo sucede com os povos, cada vez mais interligados com a globalização, à medida que se alargam as fronteiras físicas e sociais. A cooperação torna-se, porém, mais viva quando uma situação calamitosa atinge um povo ou região. Manifesta-se, então, em toda a plenitude, traduzida em víveres, agasalhos, medicamentos, visando acudir os que estão em perigo. É inegável, através da compreensão, respeito pela pessoa humana e justiça social, o grande anseio da humanidade para, num movimento constante de dar e receber, achar o caminho para uma sempre maior cooperação.

CORDIALIDADE
A cordialidade é a qualidade de espírito constituída por um misto de afabilidade e franqueza. O cordial sabe reunir uma ausência total de duplicidade de atitudes, irradiando simpatia. Incapaz de conservar rancores, o cordial atrai e cativa todos que com ele se relacionam.

COSTUME
Na origem latina significa acostumar-se. É sinônimo de hábito. Bem sentido sociológico e antropológico cultural, significa usos e costumes de um grupo, de uma sociedade. É uma maneira de agir aprendido pela cultura do grupo onde se vive que, com o tempo, se constitui num hábito, numa norma social não escrita, respeitada pelo grupo e válida para todos os membros desse grupo. O costume é um simples modo de agir do grupo, moralmente neutro.

DISCIPLINA
Sem, disciplina é impossível que uma organização ou grupo realize a sua finalidade, porque a indisciplina é anarquia. É comum encontrar jovens que não aceitam qualquer disciplina, que preferem criar o caos, numa atitude de “quanto pior, melhor”. A disciplina, longe de ser contrária à liberdade, é a condição indispensável para garantir a todos o máximo de liberdade no uso de seus direitos e no respeito aos direitos alheios. Uma nação tem os seus dias contados quando a indisciplina penetra na família e daí invade a escola e os serviços públicos civil e militar. A disciplina pessoa é o hábito adquirido de acatar espontaneamente os regulamentos e autoridades às quais se deve obediência. Obs: Para aprofundar este assunto, em especial a formação da disciplina e responsabilidade nas crianças e jovens, poderá pesquisar no livro “Disciplina e a educação para a cidadania”, do escritor Antonio de Andrade e pedagoga Vera Lucia Ramos de Oliveira, livro encontrado pelo site www.editora-opcao.com.br

EDUCAÇÃO
Processo pelo qual uma pessoa ou grupo de pessoas adquirem conhecimentos gerais, científicos, artísticos, técnicos ou especializados, com o objetivo de desenvolver sua capacidade ou aptidões. A educação pode ser recebida em estabelecimentos de ensino ou através de experiência cotidiana por intermédio de contatos pessoais, leituras, viagens, etc. Quando a educação é excessivamente severa pode levar as crianças a inibir-se e retrair-se. A educação é uma atividade que visa levar o ser humano a realizar as suas potencialidades físicas, intelectuais, morais e espirituais. Abrange o desenvolvimento integral do homem. É um processo contínuo pois se estende desde as origens até a morte da pessoa. A educação tem uma fase intensiva e sistemática na fase da infância, adolescência e juventude, como esforço para transmissão do patrimônio cultural da humanidade às novas gerações. Para essa transmissão cooperam a família, a escola, a igreja, o Estado. Toda educação se baseia numa filosofia de vida e cada indivíduo tem o direito de ser educado de acordo com a filosofia de vida da família a que pertence, pois esta tem prioridade relativamente à educação da prole, por ser a instituição familiar anterior à da sociedade civil e do Estado.

EFICIÊNCIA
É fazer, criar, consumar uma obra. É a qualidade de quem é eficiente. É uma das características mais valorizadas numa civilização tecnológica. O eficiente é aquele que encontra solução para todos os problemas, usando poucos recursos. A eficiência engloba os ideais de senso de responsabilidade e de dinamismo criador. Ela se adquire através da educação voluntária e de uma formação científica, técnica ou profissional que fornecem os meios para equacionar corretamente os problemas e empenhar-se na sua superação.

EMOÇÃO
É uma reação psicológica complexa pois engloba fenômenos psicológicos e fisiológicos como alegria, tristeza, cólera, medo, preocupação, rancor, ansiedade, etc.

ENTUSIASMO
Do grego “en” + “théos” + “asmos” que significa o sopro divino, ser penetrado por um sopro divino. A origem do termo se prende assim à idéia da exaltação que experimentavam os que se sentiam habilitados por um deus. Hoje, o termo perdeu sua referência religiosa para significar uma exuberância de sentimentos, com as seguintes características: O entusiasmo é efusivo, manifesta-se através da abundância de palavras e da agitação de gestos e movimentos. Ele é comunicativo e contagiante, empolga os demais e arrasta para seus intentos. Ele
é otimista, subestima as dificuldades e tem certeza que serão vencidas num ímpeto de autoconfiança. Ele
é efêmero e passageiro. Como todo sentimento intenso, consome rapidamente as próprias energias e pode ser seguido por uma fase de depressão. Um artigo de Seleções divulgou a mais preciosa herança que alguns filhos ganharam dos pais. Nem foi inteligência nem riqueza, mas entusiasmo. O entusiasta busca, continuamente, novas oportunidades para crescer. O entusiasmo faz milagres, como no caso de Neemias que reconstruiu os muros de Jerusalém: “O povo tenha ânimo (entusiasmo) para trabalhar”. (Ne 4:6). E também na Bíblia, o entusiasmo é incentivado: “sede fervorosos de espírito” (Rm 12:11)A vida sem entusiasmo é como comida sem tempero.

EQÜIDADE
É uma virtude que complementa a justiça e que consiste em, reconhecer os direitos de cada um, mesmo sem levar em conta as exigências estritas da lei escrita. Para se poder ser igualmente justo com todos é preciso levar em conta as situações individuais com seus aspectos peculiares. É esta a função da eqüidade e é neste sentido que ele complementa a justiça. Agir com eqüidade é difícil, especialmente no caso de educadores diante de classes heterogêneas, onde a atenção às condições individuais pode degenerar em favoritismo.

ESPERANÇA
Sentimento que leva o homem a olhar para o futuro, considerando-o portador de condições melhores que as oferecidas pelo presente, de tal sorte que a luta péla vida e os sofrimentos são enfrentados como contingência passageira, na marcha para um fim mais alto e de maior valor.

ESTIMA
Do latim “aestimare” (= apreciar, avaliar). É o sentimento de afeto ou apreço por uma pessoa, animal ou objeto.
Implica numa idéia de avaliação ou julgamento do mérito. Um indivíduo de caráter bem formado conquista, geralmente, a estima das pessoas com as quais convive. A estima difere da amizade porque não implica em reciprocidade.

FELICIDADE
Do latim “felicitas”. Num primeiro sentido, o termo conota a idéia de sorte favorável, como quando se diz que alguém teve a felicidade de encontrar um homem honesto para o seu negócio, ou de comprar um bilhete premiado. Neste sentido, a felicidade seria o resultado de fatores puramente aleatórios. Num sentido mais amplo, felicidade significa a idéia de plena satisfação, uma sensação de alegria, de paz e de plenitude interior. Neste sentido, todo homem tem na vida momentos de felicidade ou mesmo períodos mais longos, nos quais ele desejaria que o tempo parasse para que aquela sensação se transformasse numa situação definitiva. Nesses momentos é que se torna possível intuir a felicidade no seu sentido mais preciso: ausência de todo mal, fruição de todo bem de que a natureza humana é capaz e certeza absoluta da permanência definitiva desse estado. É esta plenitude de felicidade que todo homem procura através de seus esforços e trabalhos. Ela é o pólo oculto que magnetiza o dinamismo humano. Toda ação humana, mesmo os gestos mais simples, é atravessada por este magnetismo. Se este cessasse, o homem perderia o sentido de viver e seria prostrado pelo tédio. A felicidade é aquilo que todos buscam, adotando, porém, caminhos diversos para alcançá-la. Uns imaginam encontrá-la através de riquezas porque supõem que com dinheiro tudo se compra e que a felicidade é uma mercadoria como outra qualquer. A verdade, porém, é que muitos ricos morrem de tédio, e que as mais altas taxas de suicídio se registram nos países e nas camadas mais ricas. Outros imaginam encontrar a felicidade na afluência de prazeres; desde os mais altos prazeres do espírito, o prazer da descoberta e da criação intelectual, o prazer estético, até os prazeres que mais de perto confinam com a animalidade: a sexualidade e a glutonaria. Outros, enfim, esperam alcançar a felicidade na fruição da honra, do prestígio que acompanha, em geral, o exercício do poder.
O verdadeiro objetivo do ser humano é mais vida – vida mais plena, seja qual for nossa definição de felicidade, só experimentaremos a felicidade na medida que experimentarmos mais vida. Vida mais plena significa maior número de realizações, conquista de objetivos dignos, mais amor, mais felicidade tanto para nós como pára nossos semelhantes. (Dr. Maxwell Maltz)

FIDELIDADE
É a coerência de atitude em face de um compromisso, dever ou afeição. É a fidelidade que cria o clima de confiança indispensável ao convívio social.

FIRMEZA
Do latim “firmus” (= forte, sadio, firme). O termo, em sua conotação moral, indica uma qualidade das pessoas de caráter. É a característica daqueles que não se afastam da norma da retidão, nem por interesse, nem por lisonjas, nem por fúteis motivos sentimentais. A firmeza é um fator imprescindível para uma educação sadia e forte. É ela que tempera o caráter e prepara o homem para as lutas da vida. A firmeza em exigir o cumprimento do dever se concilia com as exigências da eqüidade e deve sempre, ser aplicada com serenidade e sem paixões.

FORTALEZA
É a virtude moral que dá forças à pessoa para o exercício do bem, sem deixá-la abater pelas dificuldades. Nesse sentido diz-se de uma pessoa que enfrenta os revezes da vida sem esmorecer que “ela tem fortaleza de ânimo”. A fortaleza é sempre resultante da boa formação moral temperada na escola do sofrimento.

GENEROSIDADE
É a nobreza de ânimo que leva uma pessoa a empenhar-se o que é e o que possui para o bem alheio. Opõe-se à mesquinhez e a generosidade torna a pessoa capaz de compreender e desculpar as fraquezas e falhas dos outros, ainda mesmo quando prejudicado por elas.

HÁBITOS
São aquelas formas de atividade que, pela sua própria repetição, a pessoa realiza como que automaticamente. Assim, o ser humano pode adquirir hábitos físicos, mentais e morais. Os hábitos mais profundos e arraigados são os adquiridos na mais tenra idade. É pelo mecanismo dos hábitos que o ser humano aprende a andar e falar, adquire a prática de esportes ou a técnica de uma arte. Em última análise, as virtudes e vícios não passam de hábitos morais, bons ou maus, conforme o seu objetivo é ou não favorável ao desenvolvimento pleno e harmonioso da natureza humana. Adquirir bons hábitos, desde a infância, sob a orientação de pais e educadores esclarecidos, é uma vantagem inestimável para um desenvolvimento equilibrado e saudável como ser humano.

HONESTIDADE
Na origem latina do termo, “honestitas”, tinha um sentido amplo, a ponto de compreender todas as virtudes de uma vida pautada segundo a razão natural. Hoje o termo tem um sentido mais restrito e refere-se, principalmente, à veracidade da palavra e à lisura nas relações de justiça. O homem honesto é aquele que não mente, que respeita a palavra dada, incapaz de qualquer apropriação indébita em seus negócios e no exercício de suas responsabilidades públicas ou privadas. Assim, a honestidade é uma virtude moral e cívica, sem a qual é impossível a superação do subdesenvolvimento. A honestidade administrativa de dirigentes eleitos pelo povo realiza milagres e é a condição básica do desenvolvimento e do progresso de uma cidade, de um Estado ou de uma Nação.

HUMILDADE
Do latim “humilitas”, de “humilis” (= pequeno, perto do chão (= humus). A humildade é uma virtude que conduz o indivíduo à consciência das suas limitações. O humilde não se deixa lisonjear pelos elogios ou pela situação de destaque em que se encontre. Todo sábio é humilde porque sabe que só sabe pouco do muito que deveria saber. E todo homem verdadeiramente grande possui humildade. Humildade não é fingimento, mas consciência clara do valor relativo e passageiro das coisas.

IDEALISMO
Atitude de espírito aberta a um ideal. Idealista é aquele que crê no poder das idéias e na nobreza de sentimentos, para reformar o homem e a sociedade. O idealismo é uma das características mais nobres da juventude, onde encontra a fonte de sua inspiração e de suas ações.

INTEGRIDADE
É a qualidade daquele a que nada falta. Do ponto de vista moral, entretanto, sugere-se a idéia de um caráter sem falhas que se manifesta por uma absoluta honestidade no cumprimento dos deveres. Pesquisa realizada em Maio de 1998 entre as principais empresas do Rio Grande do Sul a S. Paulo, constatou que as empresas buscam em novos executivos, além das características de liderança e ação em busca de resultados, a característica integridade como pessoa, isto é, característica de caráter e personalidade. Na Revista Claudia de fevereiro de 2002, página 118: “Uma boa impressão é a que fica. As qualidades que podem impressionar alguém, a honestidade encabeça a lista seguida da gentileza e atenção para com as pessoas. Essa é a opinião de Jo-Ellan Dimitrius e Mark Mazzarella, autores do livro Começando com o pé direito. A lista é a seguinte: 1 – Honestidade 2 – Gentileza 3 – Confiabilidade 4
– Interesse pelo que dizem os outros 5 – Inteligência 6 – Competência 7 – Humildade 8 – Expansividade (comunicativo, aberto) 9 – Autoconfiança 10 Boa aparência.

INTROSPECÇÃO
É o esforço de auto-observação interior, através do qual o indivíduo busca descobrir as causas, a evolução e os efeitos dos fenômenos psicológicos ocorrentes em si mesmo.É um processo inteiramente subjetivo.

JUSTIÇA
Do latim “Justitia”. É o dever moral de dar a cada um o que lhe é devido. É a base insubstituível de todo relacionamento não só das pessoas entre si, como entre as pessoas e o Estado, e dos Estados entre si. Sem justiça, a vida social se torna uma imensa hipocrisia e um latrocínio organizado. Uma das maiores responsabilidades da educação é inculcar, pela palvra e pelo exemplo, o senso de justiça, que se traduz numa consciência clara dos próprios direitos e deveres e no respeito aos direitos dos outros.

LEALDADE
É uma atitude de solidariedade com os membros do grupo, que se manifesta pela verdade no falar e pela fidelidade no cumprimento das responsabilidades assumidas.

LIBERDADE
Do latim “libertas”, de “liber” (= livre). Primitivamente, no seu valor original, o homem livre era o que não se encontrava preso ou em condições de escravo. Liberdade designava assim, o estado de quem podia agir por sua vontade, sem imposição de outrem. No plano social e político, liberdade significa um estado de ausência de coerção. Liberdade política significa o uso responsável dos direitos e exercício consciente dos deveres. No sentido psicológico, liberdade é a capacidade de ser racional e consciente de autodeterminar-se ante várias opções.

MATURIDADE
Do latim “maturitas”, de “maturus” (= maduro, propriedade do que é maduro, do que chegou a sua plena evolução). O termo significa um grau de desenvolvimento geral da personalidade, principalmente de um controle sobre as reações instintivas. O homem maduro reflete antes de agir, pondera as conseqüências de seus atos e assume a responsabilidade dos mesmos. A maturidade é a plenitude atingida pelo ser humano na realização de suas potencialidades. Veja mais idéias no livro Criança Feliz, adulto Feliz, de Antonio de Andrade, Editora Opção, livro encontrado pelo site www.editora-opcao.com.br

MORAL
Da raiz latina “mores” (= costumes, conduta, modo de agir). É o conjunto das normas que orientam o homem para a realização de seu fim, sua razão de ser para o qual foi criado. Através de uma experiência milenar, a humanidade veio acumulando um conjunto de preceitos que se têm revelado como eficazes para a realização da pessoa humana. A formulação destes preceitos constitui o que se chama a Mora. Tudo o que promove a plenitude da natureza humana é moralmente bom.

MOTIVAÇÃO
A palavra vem do vocábulo “motivo”, do latim “movere” (= mover, ser movido). Motivo é o impulso que estimula o indivíduo a uma atividade que vai além das forças orgânicas, com base em impulsos orgânicos ou interesses adquiridos afetando os pensamentos, emoções e comportamentos do indivíduo. Embora os seres humanos respondam, como os animais, aos impulsos orgânicos, o desejo de conformar-se às normas de comportamento socialmente aceitáveis constitui um dos mais fortes motivos humanos. Á medida que o indivíduo amadurece, os estímulos sociais modificam a maneira como são satisfeitos os impulsos orgânicos. Os motivos exercem três funções no comportamento humano: 1 – dão energia 2 – selecionam e 3 – dirigem as atividades do indivíduo. Há 4 tipos de motivos básicos que governam, isoladamente ou combinados, todas as atividades do indivíduo: sobrevivência, segurança, satisfação e estimulação. O ser humano procura continuar vivo, conservar-se intacto, sentir alegrias/satisfações e experimentar novos estímulos.

OBEDIÊNCIA
Atitude de acatamento de quem presta ouvidos. É a virtude moral pela qual acatamos e cumprimos as ordens de autoridade legítima. Obediência não se confunde com a atitude servil, nem se identifica com a atitude do “bom menino” que, como se fosse um pequeno fantoche sem iniciativa pessoal, reproduz maquinalmente os gestos que lhe são impostos. A obediência é uma atitude racional e forte porque se fundamenta: 1 – uma visão esclarecida do princípio de autoridade 2 – uma sensibilidade alerta para as exigências do bem comum. A forma mais perfeita da obediência é o da obediência filial que cumpre as ordens com amor, não por um apego sentimental aos pais, mas pelo reconhecimento cordial de sua autoridade.

OTIMISMO
É uma atitude que leva o indivíduo a visualizar sempre as pessoas, as coisas, as situações, sob seus aspectos bons, agradáveis, positivos. O otimismo não é necessariamente uma atitude ingênua. O otimista, muitas vezes, vê também os aspectos negativos, mas em vez de permitir que tomem relevo, ele os considera numa perspectiva mais ampla que lhe reduz as proporções. AS educação pode influir numa atitude de otimista. A educação deve ser realista e envolvida num clima de otimismo que permita um desenvolvimento que não atrofie a confiança e a alegria de viver.

PACIÊNCIA
Do latim “patientia” (= sofrer). É a virtude que permite ao indivíduo suportar, sem queixas, não apenas os grandes sofrimentos morais e físicos, como também os pequenos aborrecimentos de cada dia. É pela paciência que os sábios e pesquisadores abrem caminho para o progresso humano, que o homem fortifica a aprimora o seu caráter, que os pais educam os seus filhos. É a paciência que mantém os lares unidos e suaviza os atritos decorrentes da vida social.

PARCIMÔNIA
Do latim “parcimonia” indicando uma pessoa sóbria, econômica. É a virtude daqueles que se impõem hábitos de austeridade e sobriedade no consumo. A verdadeira parcimônia não se inspira nos motivos da avareza, mas sim num desejo de liberdade interior em relação aos bens materiais. É muito difícil para um país responder ao desafio do desenvolvimento, enquanto seu povo mantém uma alta propensão a consumir. Educar para a parcimôniatem, assim, além de um sentido moral, uma motivação cívica de colaborar no esforço coletivo de poupança indispensável para a acumulação de recursos para o desenvolvimento.

PERSEVERANÇA
É a firmeza ou constância num sentimento, numa resolução ou num trabalho. É a virtude de que contribui para o êxito na vida humana. A perseverança, como ta virtude, pode ser cultivada através da prática seguida e gradativa que leve a enfrentar dificuldades crescentes através da vida, aplicando-se progressivamente a ideais cada vez mais altos.

PROBIDADE
No sentido moral é a atitude de respeito total aos bens e direitos alheios e constitui ponto essencial para a integridade do caráter. O homem probo é firme nas promessas que faz, sincero com os outros, incapaz de se aproveitar da ignorância ou da fraqueza alheia. No sentido profissional, conota a idéia de honestidade e competência no exercício de uma função social.

RAZÃO
Tem vários significados. No sentido fundamental, a razão é o que especifica o homem como animal racional e compreende a consciência, a inteligência, a capacidade de reflexão e o poder de autodeterminação chamada liberdade. Tanto que, por um lado, quando o ser humano emerge da infância, costuma-se dizer que chegou à idade do uso da razão e, por outro, quando dominado pela loucura ou por um ímpeto passional, é dito que a pessoa perdeu a razão. A mais básica lei do comportamento humano é precisamente viver segundo a razão expressa pela consciência. A razão significa ainda os argumentos ou motivos em que nos beasemos para determinado ato ou afirmação. É o sentido que aparece no ditado: O ocração tem razões que a própria razão desconhece.

RECIPROCIDADE
Do latim “reciprocus” (= recíproco). É a correspondência mútua entre pessoas, grupos humanos ou objetos. A reciprocidade pode ser de interesse de sentimentos bons ou maus: admiração, amor, ódio. Ela é a garantia de um lar feliz, quando se refere ao amor que liga os membros da família entre si. É o cimento que une a sociedade, quando se refere à consideração mútua dos membros que a compõem.

RECONCILIAÇÃO
Do latim “reconciliatio” (= conciliar, trazer a um acordo). É o restabelecimento de relações ou de acordo entre duas pessoas que se haviam desentendido. Tem grande importância social porque o esquecimento das injúrias, o perdão das ofensas e a reconciliação são fatores eficazes de paz entre os seres humanos.

RENOVAÇÃO
Do latim “renovatio” (= ação de tornar novo). Etimologicamente seria tornar novo ou restaurar algo velho ou gasto pelo uso. No entanto pode significar aquisição de atitudes novas. Nesse contexto avulta a idéia de renovação de costumes, tomada em dois sentidos opostos: pela velha geração, querendo á volta à estrutura social do passado; pela nova geração, batendo-se por uma nova adoção de estruturas novas. Esse antagonismo é, porém, aparente, pois há valores perenes que não podem, ser postos de lado e que acompanharão sempre a humanidade através dos tempos; mudam as modas e os modos; permanece a essência do que é bom, belo e verdadeiro.

RESPEITO
Respeito vem de “re + spicere” que significa “olhar para trás”, guardando a devida distância. Em um sentido, respeito é o sentimento de consideração àquelas pessoas ou coisas dignas de nossa veneração e gratidão, como os pais, os mais velhos, às coisas sagradas, aos sentimentos alheios. Neste sentido implica a idéia de merecimento ou de direito por parte de quem é respeitado, e de cortesia e acatamento por parte de quem respeita. Tratar com cordialidade não significa esquecer o respeito, que é condição inseparável da dignidade humana. Quem não respeita os outros não merece ser respeitado.

RIGOR
É uma atitude de exigência minuciosa no cumprimento dos deveres, leis ou regulamentos. Educadores e chefes devem ser rigorosos, sob pena de deteriorização progressiva daqueles ou daquilo que está sob suas responsabilidades. Mas para que o rigor seja eficaz como norma de educação e de administração, deve ser 1 – Coerente: quem o aplica deve impor-se o mesmo rigor que exige dos outros. Um chefe, por exemplo, que se permite todos os privilégios não tem moral para ser rigoroso com os outros. 2 – Justo: deve ser aplicado na mesma medida a todos, salvo as exigências da eqüidade. 3 – Humano: o rigor visa à promoção daquele do qual é exigido e não a satisfação do próprio instinto de mando.

SABEDORIA
Do latim “sapiens (= sábio, sensato). É uma compreensão superior do mundo e da vida, acumulada através da experiência. É mais que a instrução, a qual fornece conhecimentos, técnicas e habilidades; é mais também que a educação, que forma a personalidade. A sabedoria resulta do amadurecimento do homem, tornando-o capaz de extrair da própria vida os elementos que lhe permitem compreendê-la.

SENSIBILIDADE
Do latim “sensibilitas” com o mesmo sentido. Em sentido geral é a capacidade de sentir, a capacidade de experimentar sensações. A sensibilidade normal permite ao indivíduo sentir o mundo ao redor de si e participar do modo real e efetivo nos problemas da humanidade e nas angústias e afeições daqueles que o cercam.

SENTIMENTO
De sentir, do latim “sentire”. Ato ou efeito de sentir. Em Psicologia refere-se a um fenômeno afetivo, de caráter consciente, com certa intensidade e duração. Tradicionalmente, os sentimentos eram classificados em 1 – Egoístas, como a ambição e o ciúme; 2 – Altruístas, como o amor e a solidariedade; 3 – Impessoais, como o amor à verdade e à justiça. O psicólogo americano E. B. Titchener agrupa os sentimentos em 1 – religiosos, como por exemplo a fé e o remorso; 2 – Éticos ou sociais como, por exemplo, a confiança e a compaixão; 3 – Estéticos, como por exemplo, o amor ao belo e a repugnância pelo grotesco; 4- Intelectuais ou lógicos, como por exemplo, o amor à justiça e à verdade. Acham-se os sentimentos na dependência de dois polos da vida afetiva: o prazer e a dor e constituem a estrutura básica dos hábitos e atitudes. Por isso, apresentam importância capital para a formação da personalidade. Cultivar os bons sentimentos e procurar vencer os maus é tarefa que só pode ser realizada no recesso de cada coração e único caminho para alcançar a verdadeira felicidade.

SINCERIDADE
Do latim “sinceritas”, com o mesmo sentido; de “sincerus” (= puro, intato). A etimologia popular latina o fazia derivar de mel “sine cera” (= mel fino, sem detritos de cera). Sinceridade é a qualidade de quem é sincero, do que não falseia as coisas, mas as transmite na sua pureza intata. A sinceridade é um dos valores fundamentais sobre as quais se deve basear o relacionamento humano. Sem ela, a vida em sociedade se tornaria impossível porque cada um viveria espreitando o outro para surpreender suas armadilhas e mentiras. É uma virtudeque se adquire através de uma educação baseada na total lealdade.

SOCIABILIDADE
Do latim “sociabilis” (= que pode ser unido, associado a). Em sentido corrente, é a qualidade de quem é sociável, de quem tem o dom do relacionamento fácil e cordial com todos. É uma qualidade que pode e deve ser adquirida pelo controle permanente de do egoísmo e pelo exercício daquelas virtudes que se espera encontrar nos outros, especialmente a discrição, a lealdade e a dedicação.

SUCESSO
Do latim “successus”. É o resultado de qualquer atividade ou negócio. Pode ser bom ou feliz, e então se denomina êxito, ou pode ser mau ou desastroso, um fracasso. Na linguagem vulgar é muitas vezes empregado como sinônimo de êxito. Ser bem sucedido na vida é aspiração de todos os seres humanos. Entretanto o que se entende por sucesso ou êxito varia de indivíduo a indivíduo: riquezas, glória, fama, tranqüilidade, paz, beleza – eis algumas das metas visadas. Ao alcancá-las, porém, o homem descobre que só os valores perenes tornam uma vida digna de ser vivida. Um dos mais graves defeitos de formação é a busca do sucesso fácil como ideal de vida.


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