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Categoria: Contos do Aprendiz

Série de contos de motivação e autoajuda selecionados pelo Aprendiz

E se fossemos capazes de ver além.

E se nossos olhos fossem capaz de ver além do que lhe é possível? Se tudo aquilo que consideramos impossível pudéssemos ver que não é. Que todas nossas fantasias que existem apenas em nossa cabeça, na verdade, não existem apenas em nossa cabeça .

Se fossemos capaz de ver que esses mundos mágicos que existem em filmes, são a mais pura realidade embora ainda não possamos alcançá-los? E se possível alcançá-los, como?

A ignorância humana é tanta e talvez por isso não podemos ter o privilégio de ver as coisas além do que verdadeiramente são .

“Eles armam ciladas contra o seu próprio sangue”. Provérbios 1:18

Se pudéssemos ver além iríamos causar problemas porque isso é o que mais sabemos fazer , embora saibamos também como solucioná-los, mas não existe razão para Continue lendo...

Uma breve história de Buda

Sidarta – cujo nome significa “aquele cujo objetivo é atingido” – nasceu em uma família nobre, por volta do ano 560 AC., na cidade de Kapilavastu, no Nepal.
Conta a lenda que no momento em que sua mãe fazia amor com seu pai, ela teve uma visão: seis elefantes, cada um com uma flor de lotus nas costas, caminhavam em sua direção. No instante seguinte, Sidarta era concebido.
Durante sua gestação, a rainha Maya, sua mãe, resolveu chamar os sábios de seu reino para interpretar a visão que tivera e eles foram unânimes em afirmar: a criança que estava para vir ao mundo seria um grande rei ou um grande sacerdote.
Sidarta teve uma infância e uma adolescência muito semelhante à nossa; seus pais não queriam, de jeito nenhum, que ele tomasse Continue lendo...

O tempo, o lugar e as pessoas

Antigamente vivia um rei que após chamar um dervixe lhe disse: – O Caminho dervixe, através de uma contínua e ininterrupta série de mestres que remontam aos primeiros dias do homem, sempre propiciou a luz que tem sido a causa motivadora dos verdadeiros valores, dos quais meu reino nada mais é que um pálido reflexo. Ao que o dervixe respondeu: – Assim é. – Agora, já que estou instruído de modo a conhecer os fatos precedentes, ansioso e disposto a aprender as verdades que você, com sua superior sabedoria, pode tornar acessíveis, ensine-me! – Trata-se de uma ordem ou de um pedido? – indagou então o dervixe. – É o que você queira considerar – retrucou o rei -, já que, se funcionar como uma ordem, aprenderei. E se o fizer bem como atendimento a um pedido, também aprenderei. E aguardou que o dervixe falasse. Após alguns minutos, finalmente o dervixe ergueu a cabeça, já que estava em atitude contemplativa, e disse: – Deve esperar o “momento de transmissão”. Isso confundiu o rei, porque afinal de contas, se queria aprender, achava ter direito a que lhe dissessem ou mostrassem alguma coisa. O dervixe retirou-se do palácio. Depois desse fato, dia após dia, o dervixe continuou servindo ao rei. Diariamente eram tratados os assuntos de Estado; o reino conheceu períodos de alegria e de provação, os conselheiros davam seu parecer, a roda do paraíso girava. ” O dervixe vem aqui todos os dias”, pensava o rei, cada vez que o via com seu manto de retalhos, “e no entanto nunca se refere àquela nossa conversa sobre a aprendizagem. Na verdade, participa das diversas atividades da corte, conversa e ri, come e, sem dúvida, dorme. Estará aguardando alguma espécie de sinal?” Porém, por mais que se empenhasse, o rei era incapaz de penetrar nas profundezas daquele mistério. Por fim, quando a adequada vaga do oculto cobriu as praias da possibilidade, teve lugar uma conversação no palácio. Alguém dizia: – Daud de Sahil é o melhor cantor do mundo. E o rei, embora esse tipo de acontecimento geralmente não lhe interessasse, sentiu um grande desejo de ouvir aquele cantor. – Que o tragam à minha presença – determinou. O mestre de cerimônias foi enviado à casa do cantor, mas Daud, soberano entre os cantores, simplesmente declarou: – Vosso rei demonstra conhecer muito pouco os requintes da arte do canto. Se deseja que eu vá apenas para conhecer meu rosto, irei. Mas se quer me ouvir cantar, terá que esperar, como todos fazem, até que meu estado de ânimo seja o mais indicado para tal. Pois é o fato de saber quando se deve cantar e quando não o que me converteu, como converteria qualquer tolo que conhecesse o segredo, em um grande cantor. Quando essa mensagem foi transmitida ao rei, este refletiu ira e desejo, bradando: – Será que não há ninguém aqui que obrigue esse homem a cantar para mim? Já que só canta quando está com disposição, eu, por minha vez, quero ouví-lo enquanto tenho vontade. Foi aí que o dervixe interveio, dizendo: – Pavão real desta era, acompanhe-me na visita a esse cantor. Os cortesãos se entreolhavam. Alguns pensaram que o dervixe punha em prática uma hábil manobra, e que buscava uma maneira de fazer com que Daud cantasse. Se tivesse sucesso, o rei certamente o recompensaria. Mas se mantiveram calados, pois temiam um possível desafio. Sem nada dizer, o rei levantou-se e ordenou que lhe trouxessem uma vestimenta bem modesta. Assim vestido, saiu à rua com o dervixe. O rei, vestido como um plebeu, e seu guia logo se acharam em frente da casa do cantor. Quando bateram à porta, Daud gritou lá de dentro: – Hoje não cantarei; assim, que se vão e me deixem em paz. Ao ouvir tais palavras, o dervixe sentou-se na calçada e começou a cantar. Interpretou a canção favorita de Daud, com justeza e até o fim. O rei, que não era um grande conhecedor de música, se sentiu emocionado pela canção, e sua atenção foi despertada para a voz maviosa do dervixe. Não sabia, porém, que ele havia cantado aquela peça com uma ligeira variação tonal, com o objetivo de despertar no íntimo do cantor o desejo de corrigí-lo. – Por favor, por favor, cante essa canção novamente – suplicou o rei. – Nunca ouvira melodia tão doce. Mas nesse instante, o próprio Daud começou a cantar. `As primeiras notas o dervixe e o rei ficaram como que em êxtase, e sua atenção se fixou na voz melodiosa do Rouxinol de Sahil. Quando a canção terminou, o rei enviou um fino presente a Daud. e ao dervixe, disse: – Homem de sabedoria! Admiro sua sagacidade ao fazer com que o Rouxinol cantasse, e desejaria convertê-lo num de meus conselheiros da corte. Ao que o dervixe respondeu simplesmente: – Majestade, poderá escutar a canção que for de seu agrado se houver um cantor, se estiver presente, e houver alguém que aja como um veículo para a execução da melodia. Como acontece com mestres-cantores e monarcas, assim se dá com os dervixes e seus discípulos. O tempo, o lugar, as pessoas e o talento. Do livro ‘Histórias dos Dervixes’ Idries Shah

Viver com Equilíbrio!

Em uma conferência numa universidade americana, Brian Dyson,ex-presidente da Coca-Cola, falou sobre a relação entre o trabalho e outros compromissos da vida. Disse ele:
Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima.
Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida.

Como?

Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.

Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão Continue lendo...

O debate

Em alguns templos Zen japoneses, existe uma antiga tradição: se um monge errante conseguir vencer um dos monges residentes num debate sobre budismo, poderá pernoitar no templo. Caso contrário terá de ir embora.
Havia um templo assim no norte do Japão dirigido por dois irmãos. O mais velho era muito culto e o mais novo, pelo contrário, era tolo e tinha apenas um olho.
Uma noite, um monge errante foi pedir alojamento a eles. O irmão mais velho estava muito cansado, pois havia estudado por muitas horas; assim, pediu ao mais novo que fosse debater:
“Solicite que o dialogo seja em silêncio”, disse o mais velho.
Pouco depois, o viajante voltou e disse ao irmão mais velho:
“Que homem maravilhoso é seu irmão.
Venceu brilhantemente Continue lendo...

Deixe secar a raiva

Certa vez uma menina ganhou um brinquedo no dia do seu aniversário.
Na manhã seguinte, uma amiguinha foi até sua casa lhe fazer companhia e brincar com ela.
Mas a menina não podia ficar com a amiga, pois tinha que sair com a mãe.
A amiga então pediu que a menina a deixasse ficar brincando com seu brinquedo novo.
Ela não gostou muito da idéia, mas, por insistência da mãe, acabou concordando.
Quando retornou para casa, a amiguinha não estava mais lá: tinha deixado o brinquedo fora da caixa, todo espalhado e quebrado.
Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela.
Mas a mãe ponderou:
– Você se lembra daquela vez que um carro jogou lama no seu sapato?
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O melhor presente de Natal

Um dia, Alfredo acordou em uma véspera de Natal, muito contente, pois uma data muito importante estava para chegar. Era o dia do aniversário do menino Jesus, e é lógico, o dia em que o Papai Noel vinha visitá-lo todos os anos. Com seus cinco aninhos, esperava ansiosamente o cair da noite, para voltar a dormir e olhar o seu pé de meia que estava frente a porta, pois não tinha árvore de Natal. Dormiu muito tarde, para ver se conseguia pegar aquele velhinho no “flagra”, mas como o sono era maior do que sua vontade, dormiu profundamente.
Na manhã de Natal, observou que seu pé de meia não estava lá, e que não havia presente algum em toda a sua casa. Seu pai desempregado, com os olhos cheios de água, observava atentamente ao seu filho, e esperava tomar coragem para Continue lendo...

O guerreiro da luz e seus demônios

Tomando a decisão de seguir a luz
O guerreiro da luz passa a acreditar que é melhor seguir a luz. Ele já traiu, mentiu, desviou-se do seu caminho, cortejou as trevas. E tudo continuou dando certo – como se nada tivesse acontecido. Mas agora ele quer mudar suas atitudes.
Ao tomar esta decisão, escuta quatro comentários: “Você sempre agiu errado. Você está velho demais para mudar. Você não é bom. Você não merece”.
Então olha para o céu. E uma voz diz: “bem, meu caro, todo mundo já fez coisas erradas. Você está perdoado, mas não posso forçar este perdão. Decida-se”.
O verdadeiro guerreiro da luz aceita o perdão, e passa a tomar algumas precauções.
Um novo passo em falso
Como nada muda da noite para o dia, Continue lendo...

Os Três Filtros

Ambicioso, decidido, gostava de trabalhar naquela empresa. Fazia todas suas tarefas com tal cuidado, com tal senso de responsabilidade que, não demorou muito, foi transferido de departamento. Outro cargo, melhor, maior, novos desafios a vencer, algumas coisas para aprender, outras tantas para reformular. Ao final de uma estafante semana de trabalho, chegando antes da hora e saindo muito depois, foi visitar o Diretor.
Depois de falar algumas coisas, apresentou um relatório bem feito, em uma magnífica pasta cinza com detalhes em vermelho. O Diretor agradeceu e já ia abrindo, quando o novo Chefe de Departamento começou a falar:
– Sr. Dalton, tenho de fazer algumas modificações no meu Staff, porque o Assistente que me deram, imagine o Sr, me contaram …
Antes Continue lendo...

Circulo da Alegria

Conta Bruno Ferrero que, certo dia, um camponês bateu com força na porta de um convento. Quando o irmão porteiro abriu, ele lhe estendeu um magnífico cacho de uvas.
– Caro irmão porteiro, estas são as mais belas produzidas pelo meu vinhedo. E venho aqui para dá-las de presente.
– Obrigado! Vou leva-las imediatamente ao Abade, que ficará alegre com esta oferta.
– Não! Eu as trouxe para você.
– Para mim? – o irmão ficou vermelho, porque achava que não merecia tão belo presente da natureza.
– Sim! – insistiu o camponês. – Porque sempre que bati na porta, você abriu. Quando precisei de ajuda porque a colheita foi destruída pela seca, você me dava um pedaço de pão e um copo de vinho todos os dias. Continue lendo...

Atitude

Jerry era o tipo de pessoa que você adoraria detestar. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha alguma
coisa positiva pra dizer. Quando alguém lhe perguntava como ia, ele respondia:
– Melhor do que estou, só se fosse dois!

Ele era um gerente ímpar porque tinha vários garçons que o seguiam para qualquer restaurante que fosse. Os garçons acompanhavam Jerry por causa de sua atitude. Ele era um motivador nato.

Se um empregado estava num dia ruim, Jerry lhe mostrava como olhar para o lado positivo da situação.

Observando seu estilo, fiquei muito curioso. Então, um dia, procurei pelo Jerry e lhe disse: – “Não consigo entender isso! Não dá para ser uma pessoa positiva o tempo todo. Como você faz isso?”

Jerry respondeu: – “Cada manhã eu acordo Continue lendo...

O olhar do poder

A um dervixe, que havia estudado sob a direção de um grande mestre sufi, se disse que aperfeiçoasse seu conhecimento do exercício da sensação e que voltasse depois para seu mestre para ampliar sua instrução.
Se retirou para um bosque e se concentrou em meditar sobre a natureza de seu ser, com grande intensidade e aplicação, até que quase nada o podia perturbar.
Mas, sem dúvida, não se concentrou o suficiente sobre a necessidade de manter unidos em seu coração todos seus objetivos, e seu zelo em lograr aperfeiçoar-se no exercício se fez mais forte que a resolução de voltar à escola de onde havia sido enviado para meditar.
E assim, um dia, enquanto se concentrava sobre seu eu íntimo, escutou um som. Irritado, o dervixe olhou para os galhos de uma árvore, Continue lendo...

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