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Minha História de Vida Pode Ajudar Você

vidaCreio que minha história de vida se confunde com a de muitos e pode servir de norte, inspiração e motivação para você, Aprendiz.

Durante anos na senda do autoconhecimento eu trabalhei minhas emoções e sentimentos inconscientes de uma forma indireta, porém altamente eficaz. Isso porque enquanto focava toda minha energia numa única direção, angariava resultados inesperados em outras áreas. Para me fazer entender melhor onde quero chegar com essa análise, contarei neste artigo uma síntese de toda a minha batalha para superar e vencer meus próprios limites.

Creio que minha história de vida se confunde com a de muitos e pode servir de norte, inspiração e motivação. Se eu pude, você que agora lê, também pode. Mas, vamos aos fatos…

Cresci dentro de um contexto familiar, emocional, social e econômico extremamente desfavorável. Meu pai era violento com minha mãe e irmãos e, apesar de não sê-lo comigo, isso me afetou profundamente durante minha infância.

Vivíamos mergulhados em extrema pobreza, tanto econômica quanto mental e emocional. Cresci ouvindo dizer que a vida é sofrimento. Que Deus castiga cada pequena falha com mãos de ferro. Que o dinheiro é amaldiçoado porque corrompe, desnorteia e leva os homens à perdição. Que viver é sofrer e morrer poderia ainda ser pior diante da trágica probabilidade de ir parar no inferno. [Risos…] Isso tudo pode parecer cômico, mas foi trágico para mim. Assim, aprendi a aceitar com resignação a dor de não ter, não ser e não fazer o mesmo que os outros.

A excessiva carga emocional negativa, impregnada de medos, angústias e proibições detonaram minha autoestima. Dessa forma, entrei na adolescência com a alma em frangalhos. Foi um período dificílimo porque havia ainda a questão dos hormônios em ebulição, contrastando com as proibições de origem moral, mística e religiosa.

Diante da angústia existencial experimentada nos meus primeiros anos de vida, busquei luz, direção e respostas nos livros, especialmente na Bíblia. Li de tudo um pouco, principalmente os livros de motivação, hermetismo e autoajuda.

Minhas leituras solitárias acabaram por abrir janelas no inconsciente. Aos poucos, fui compreendendo que as coisas não eram exatamente como me ensinaram. Mas, a minha liberdade ainda estava muito distante. Isso porque os sentimentos de culpa, medo e angústia logo se transformaram em mágoas, ressentimentos e aversão às origens. Ou seja, saí de uma prisão emocional criada pelos outros e caí em outra, elaborada por mim mesmo.

Foram necessárias quase duas décadas de um lento trabalho de introspecção para que eu, finalmente, ligasse os elos rompidos da corrente da minha vida. De 1989 a 2008; esse foi o tempo gasto para transformar minha essência de forma a reconhecer e vivenciar a minha maior conquista: a paz interior. Atribuo toda essa demora ao fato de que busquei o autoconhecimento com a percepção limitada, por ter dado ênfase a único objetivo: prosperar.

Hoje sei que cometi um grave erro quando busquei somente a riqueza profana. Ainda bem que o remédio emocional também provoca efeitos colaterais. Assim, enquanto buscava prosperar, sem sucesso, por conta da alta ansiedade inserida no contexto desse desejo, angariava um êxito após o outro, em outras áreas da minha vida.

Durante o tempo em que eu tentava elaborar o paradigma da prosperidade criei riquezas mentais, emocionais e físicas que dinheiro algum poderia comprar; a saber: saúde, alegria, paz interior, sabedoria e espiritualidade sadia. Você pode até achar que existem coisas melhores que essas que eu alcancei quase sem perceber, mas um dia descobrirá que não há.

Você pode até achar que a riqueza é a melhor coisa da vida, como eu pensava até pouco tempo atrás. Mas, trabalhando a essência de forma eficaz, finalmente descobrirá que ninguém quer de fato, somente ser rico. No fundo, o que todo ser humano almeja é viver em paz, ser feliz e ter liberdade para ir e vir. Ora, como o dinheiro é o elemento material que dá consistência a esses anseios da alma, muitas pessoas acham que a riqueza é a chave. Mas não é!

O dinheiro é apenas um meio para se atingir um fim: viver plenamente.

O meio mais rápido para se obter a vida plena que você precisa – e merece – está na autoaceitação e no autocontrole. Portanto, não faça como eu, que labutei cego por anos a fio perseguindo apenas o ouro dos tolos.

Busque em primeiro lugar sentir-se bem. Pratique amor, alegria, contentamento, gratidão, fé, esperança e autoconfiança. Se assim fizer, não precisará lutar contra si mesmo e contra todos como fiz por tanto tempo. Em suma; cresça por dentro e o crescimento externo surgirá de forma rápida e inesperada, levando-o para além dos seus sonhos mais caros.

Como você deve ter percebido, colhi os frutos de uma sementeira que plantei à revelia, de forma inconsciente. No meu caso, serviu de base para a criação de um estilo de vida que hoje é minha maior felicidade: “ajudar as outras pessoas.” Portanto, minha busca longa e intensa valeu a pena. Hoje sei que todos esses anos de aprendizagem estão sendo utilizados para transformar vidas através dos meus artigos, livros e treinamentos em áudio e vídeo.

Com muita alegria e a sensação de estar cumprindo a minha missão de vida, posso finalizar essa análise pessoal fazendo minhas as palavras do famoso poeta e escritor português Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.”


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