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Há Doze Anos Desenvolvendo Habilidades de Alta Performance

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Categoria: Vida Melhor

O sexto homem

“Se não puder se destacar pelo talento,vença pelo esforço.”(Dave Weinbaum)

Leandro Barbosa, ou apenas Leandrinho, foi um dos brasileiros a brilhar na liga norte-americana de basquetebol, a NBA. O armador foi eleito o melhor sexto jogador da temporada 2006/2007 e o segundo melhor na temporada 2007/2008. Eu disse “sexto jogador”. Isso significa que ele era considerado um dos melhores reservas do mundo. Iniciava os jogos no banco, sendo chamado a participar no decorrer das partidas quando entrava e decidia: muitos pontos convertidos e ótimas assistências realizadas.

O arqueiro do São Paulo, Rogério Ceni, era apenas o terceiro goleiro do Sinop Futebol Clube nos idos de 1990. Durante o campeonato estadual, o goleiro titular e o primeiro reserva ficaram lesionados. Ceni assumiu a Continue lendo...

É possível sair da falência?

 

A resposta da Hering é sim! Para sobreviver a uma forte crise, teve que buscar um novo caminho nos negócios ao se ver impossibilitada de competir com produtos chineses que invadiam o país.

Uma pesquisa de mercado encomendada pela empresa em 2006 apontou que 90% dos consumidores conheciam a marca, porém o percentual que comprava algum produto era considerado baixo. Na pesquisa, os consumidores apresentaram três razões por que isso ocorria: preço, falta de financiamento nas compras e a localização das lojas.

Com base nessas informações, a estratégia foi explorar o potencial da marca e mudar totalmente o foco para o varejo, abrir lojas próprias e franqueadas. Hoje, o número de lojas ultrapassam a 300 e já contam com cartão de crédito da própria rede.

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A hora do sprint

“Quando você tem uma meta, o que era um obstáculo passa a ser uma etapa de seus planos.”(Gerhard Erich Boehme) China, 2008. No complexo aquático chamado “Cubo d’água”, todas as atenções estão voltadas ao norte-americano Michael Phelps que chegou à Olimpíada de Pequim com a missão de conquistar oito medalhas de ouro numa mesma edição dos jogos. Após faturar o primeiro ouro nos 400 m medley, Phelps abre a prova do revezamento 4×100 m estilo livre para a equipe dos EUA. Contudo, é superado pelo australiano Eamon Sullivan, entregando a prova para seu companheiro na segunda colocação. Garrett Weber-Gale, por sua vez, faz uma prova fantástica, colocando os EUA na primeira posição após sua passagem. Porém, Cullen Jones tem um desempenho medíocre, perdendo a liderança para os franceses e permitindo a aproximação dos australianos. Jason Lezak é o quarto e último nadador estadunidense a saltar na piscina. Ele enfrenta o ex-recordista mundial da prova, o francês Alain Bernard, que já larga com uma vantagem de 59 centésimos de segundo. Após os primeiros 50 metros de prova, esta distância aumenta para 82 centésimos. Parece ser o fim do sonho dourado de Phelps. Porém, nos últimos 20 metros, Lezak dá um sprint inacreditável e supera Bernard em apenas oito centésimos, vencendo a prova e batendo o recorde mundial. A cada réveillon temos por hábito planejar uma série de resoluções de ano novo. Assim, estabelecemos metas as mais diversas. Coisas como cuidar melhor da alimentação, praticar atividade física com regularidade, trabalhar com maior afinco e entusiasmo em busca de resultados mais efetivos. Entretanto, as semanas passam, uma crise econômica se instala, a desmotivação nos abate e passamos até mesmo a acreditar que todas aquelas metam não podem mais ser alcançadas porque as adversidades são muitas e o tempo é curto. O aluno com notas vermelhas desconfia que será reprovado, o vendedor com baixo índice de negócios tem quase certeza de que será demitido, o atleta com resultados pífios resigna-se de que será derrotado. Pois é exatamente neste momento que precisamos promover uma grande virada. Valorizar o pouco tempo que nos resta, fazendo uso dos recursos disponíveis para perseguir resultados extraordinários. Há partidas de futebol que são vencidas nos acréscimos concedidos pelo juiz. Há concorrências que são vencidas pelo postulante a entregar seu envelope de oferta no último minuto. O estudante inteligente perceberá que com dedicação e concentração poderá passar nos exames finais. O vendedor astuto encontrará na retomada da economia e nas festas de final de ano a senda para cumprir sua cota. O atleta psicologicamente bem preparado saberá que as derrotas passadas são apenas sementes para a maturidade e que a vitória mais importante está no próximo ponto a ser disputado. Jason Lezak fez história com um esforço supremo nos últimos instantes de sua prova. Venceu por uma fração de segundo. Como ele mesmo declarou, sua preocupação não estava em compensar o tempo de desvantagem que tinha ao assumir a prova. Também não estava em enfrentar um oponente renomado. Seu único objetivo era ajudar a sua equipe e fazer o seu melhor. Agora pergunte a si mesmo: o que já foi feito ao longo deste ano e o que você ainda pode, deve e irá fazer com os dias que lhe restam antes de mais uma virada no calendário? * Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outras cinco obras. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

Será que devemos perguntar o que o cliente quer?

Acho essa pergunta um pouco complicada. Na verdade, você verá que o mais importante não é o que os clientes dizem, mas é, na minha opinião, observer criteriosamente o que eles fazem. Vou explicar por meio de alguns exemplos de empresas que utilizaram ou não dessa estratégia.

· Google cometeu o erro de perguntar aos usuários quantos resultados eles queriam ver em cada página após consultar seu mecanismo de busca. As pessoas responderam a essa pergunta racional de forma racional, ou seja, se você está procurando por alguma coisa, o melhor é sempre ter mais escolhas. No entanto, quando o Google triplicou o número de resultados fornecidos, percebeu que o tráfego caiu.

· As empresas de fast food, ao ouvirem seus clientes, perceberam que eles gostariam de itens mais saudáveis Continue lendo...

Os 15 sinais de que está na hora de mudar de emprego

Está na hora de deixar meu emprego? Você já se fez essa pergunta alguma vez? Caso afirmativo, você não está sozinho. Uma pesquisa da Gallup Organization feita em 2013 revela que nada menos que 79% dos profissionais brasileiros se dizem desmotivados no trabalho. Não deixa de ser um dado assustador descobrirmos que a maioria das pessoas em nosso país não consegue realizar-se no emprego. Você se inclui nessa estatística? Responda ao teste para saber se você está bem no emprego ou, pelo contrário, se está na hora de mudar de trabalho, ou até, de carreira. S = SIM        N = NÃO + – = MAIS OU MENOS ou ÀS VEZES
1. Você gosta do local (ambiente e colegas) onde trabalha? S     N + –
2. Você gosta do trabalho que faz? S     N + –

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E quais as consequências da arrogância…

A arrogância não é exclusividade de uma classe econômica ou so­cial, pode ser encontrada entre ricos e pobres, pessoas cultas e ig­norantes.

Conflitos: se você estiver em um relacionamento no qual as discussões parecem surgir do nada, isso talvez indique que um de vocês dois é arrogante. Uma pessoa assim, não apenas atrai conflitos, como os causa. Uma pessoa soberba vê a discordância como uma afronta pessoal e ataca quem discorda dela. Se você percebe que age assim, é hora de refletir sobre o papel que a arrogância e a presunção desempenham na sua atitude e no seu comportamento.

Menos é mais

O escritor português José Saramago escreveu: “não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.”
Mas hoje o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é super velocidade.

Usando o feedback

Por Sonia Jordão

“Você só conseguirá crescer se conhecer suas limitações” (Peter Senge).

Poucas pessoas sabem como realmente são por dentro, como é seu temperamento, quais são seus valores. Bem poucas fazem as perguntas: será que eu trabalho bem com as pessoas ou sou um solitário? Quais são os meus valores? Qual é o meu objetivo? Onde é o meu lugar? Qual é a minha contribuição para a sociedade?

Os líderes precisam dar feedback aos seus colaboradores. As pessoas precisam ter seu desempenho reconhecido para se sentirem motivadas a se aperfeiçoar e se preparar para novos desafios. Procure fazer o reconhecimento em público e, quando for possível, que seja recompensado. A recompensa não precisa ser em dinheiro, pode vir na forma de prêmios, cartões, placas, nomes no mural ou no jornal interno, ou ainda em reuniões comemorativas.

Globalização e o berço verde e amarelo

 

Globalização e o berço verde e amarelo
                                        (Antonio de Andrade *)

      Muita gente anda preocupada com a influência da globalização do mundo atual, levando a uma perda da identidade com aquelas coisas que têm algum significado para cada um de nós, em especial com o país onde se vive. As pessoas estão perdendo o amor pelo Brasil?

Coloquei neste artigo algumas idéias para despertar o amor pelo nosso país( e em paralelo, pelo país onde você vive). Que elas possam contribuir para sua reflexão, tirar suas próprias conclusões e em especial, que o levem a agir, realizando  ações para que haja alguma mudanças, para melhor, na sociedade onde todos vivemos.

Um grande abraço fraterno,

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As ondas da sabedoria nas areias do coração

Um dia você se levanta bem, sem euforia, sem qualquer problema que lhe tire a paz e sai de casa para tratar de algum assunto.

Despreocupado, vai às compras, ao trabalho ou tratar de algum detalhe em uma repartição pública ou banco. Ao iniciar o contato encontra aquela que, durante muito tempo, você considerará a pessoa mais desagradável do mundo.

Sem motivo, na sua visão injustificável, você uma pessoa que procura ser cordial e compreensiva, acaba sendo maltratada.

Durante semanas carregará aquele gosto amargo na boca, imaginando mil artimanhas para mandá-la para as profundezas e sente o coração apertado.

Como esquecer? Que tal deixar a cargo do tempo?

O tempo é um remédio interessante, pois ajuda a fazer com que não nos lembremos de muitos dissabores.

Ah, mas há algumas situações que nem o tempo ajuda a apagar, principalmente se o desejo de um dia dar o troco ficar vivo, alimentando aquela lembrança.

Qualquer fato que traga à tona o momento gera desconforto e um aperto no coração.

Esse é um órgão, poucos sabem, cheio de areia, onde palavras sobre alegrias e dissabores são escritas.

“Quem sou eu?” é tema de palestra gratuita

Encontro, em Botafogo, propõe reflexão sobre identidade e autoconhecimento

Ok!  Nascemos, ganhamos um nome e filiação, crescemos, construímos uma personalidade. Mas, apesar do histórico de vida, conseguimos responder com certeza a pergunta “Quem sou eu?”. É lógico que a resposta que conta vai muito além das informações na carteira de identidade, e a busca por ela está, quase que invariavelmente, associada a questões como: felicidade, realização, escolhas, autoafirmação, superação…

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